Lei quer tornar obrigatória capacitação de profissionais para identificar sinais de abuso infantil em crianças, em Maringá

Projeto, de autoria do vereador Ítalo Maroneze (PDT), será votado em primeira discussão na Câmara nesta terça-feira (10). Capacitação será obrigatória para profissionais que atuam diretamente com crianças em escolas públicas e privadas, unidades de saúde e centros de assistência social.

  • Tempo estimado de leitura: 2 minutos

    Uma lei em tramitação em Maringá quer tornar obrigatória a capacitação de profissionais para torná-los aptos a identificar sinais de abuso sexual em crianças. O texto, de autoria do vereador Ítalo Maroneze (PDT), será votado em primeira discussão na sessão desta terça-feira (10), na Câmara Municipal.

    O projeto foi apresentado em maio do ano passado e, em novembro, recebeu o aval final das comissões para ser votado. De acordo com a proposta, a capacitação deverá ser ofertada de forma gratuita pela Prefeitura, que poderá firmar acordos e termos de cooperação com universidades e demais instituições para tal.

    O público alvo do projeto são profissionais que atuam diretamente com crianças nos mais variados espaços, como escolas e CMEIs, sejam públicos ou privados, unidades de saúde, centros de assistência social e outros estabelecimentos. A carga horária mínima prevista do curso será de 20h, com a regulamentação e a distribuição do conteúdo ficando a cargo do município.

    O texto também prevê a formação de uma equipe multidisciplinar com médicos, psicólogos, enfermeiros e assistentes sociais para colocar a lei em operação. O texto precisa ser aprovado em, no mínimo, duas discussões antes de ser sancionado.

    Comentários estão fechados.