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A Prefeitura de Maringá vai implantar uma gestão terceirizada de uma das duas novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) que serão construídas na Cidade Canção. A tendência é de que as obras tenham início ainda no primeiro semestre de 2026.
A informação sobre o modelo de gestão foi compartilhada pelo prefeito de Maringá, Silvio Barros (PP), em entrevista ao Maringá Post nesta quarta-feira (7). De acordo com o chefe do Executivo, os recursos para as duas obras já estão em caixa, com o município encaminhando para a Brasília as escolhas dos terrenos, visando a finalização dos projetos executivos. Além da gestão terceirizada, um dos prédios também terá o projeto de engenharia feito pensando na emissão zero de carbono.
O prefeito não revelou qual das duas UPAs (Zona Leste ou Zona Oeste) terá a gestão terceirizada. Conforme Silvio, a medida servirá para o Executivo comparar custos e qualidade dos serviços prestados durante o atendimento aos pacientes, visando pautar decisões futuras. Barros enfatizou que, se necessário, a cidade tem condições de contratar novos profissionais para as duas unidades.
“Nós temos espaço para isso, mas nós vamos fazer o teste comparativo. Uma das UPAs será operada pela Prefeitura e a outra UPA terá a operação terceirizada. E aí nós vamos poder comparar a qualidade do serviço, nós vamos poder comparar custo, aí a gente vai ver quanto custa uma e quanto custa a outra, qual é o atendimento que dá em uma e qual é o atendimento que dá na outra. Então, nós vamos ter possibilidade de comparar as duas coisas. Essas duas UPAs terão, em histórico, desde o início, desde a construção até a sua operação, diferentes modelos. E aí nós vamos ter a possibilidade, nós, enquanto gestão, de fazer a análise comparativa e a população também. Ela vai nascer terceirizada, desde o começo”, disse Silvio, em entrevista ao Maringá Post.
Ainda conforme o prefeito, ele demandou que um dos projetos em desenvolvimento leve em consideração e emissão zero de carbono, novidade em prédios públicosna cidade.
“Isso está bem avançado. A Secretaria de Obras está agora finalizando os projetos. Um dos projetos, eu demandei que fosse já no conceito de carbono neutro, carbono negativo. Eu não posso fazer isso com os dois, porque eu quero fazer uma análise comparativa. Então, nós vamos ter duas UPAs do mesmo tamanho, sendo feitas com conceitos diferentes. E aí, nós vamos ter como comparar uma coisa para a outra. E isso vai nos dar argumentos e justificativa para que daqui para frente a gente faça o que for melhor. Então, as duas UPAs começarão a ser construídas ainda no primeiro semestre desse ano”, afirmou o chefe do Executivo.









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