Receita de ICMS para 2020 em Maringá volta a ser a 5ª maior do Paraná e prefeitura comemora. Em 2019, é a 7ª maior

Por: - 14 de agosto de 2019
Secretário da Fazenda de Maringá, Orlando Chiqueto, durante audiência pública na Câmara / Divulgação CMM

Com a previsão de receita de ICMS para 2020, divulgada pelo Governo do Paraná, Maringá vai retomar a 5ª posição no Paraná em relação aos municípios com maior arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

A cidade vai ultrapassar Ponta Grossa e Foz do Iguaçu, que em 2019, ocuparam a quinta e a sexta colocação, respectivamente, à frente de Maringá, em sétimo.

Até 2018, Maringá se mantinha na quinta colocação, mas acabou superada em 2019. O que foi comemorado por Ponta Grossa.

Nas quatro primeiras colocações, permanecem os municípios de Curitiba, Araucária, São José dos Pinhais e Londrina.

Araucária se destaca por ser sede de uma refinaria da Petrobrás e, São José dos Pinhais, por ter se tornado polo da indústria automobilística.

Receita de ICMS para 2020 por município

  • Curitiba R$ 776,9 milhões
  • Araucária R$ 561,2 milhões
  • São José dos Pinhais R$ 368,6 milhões
  • Londrina R$ 196,1 milhões
  • Maringá R$ 187,2 milhões
  • Ponga Grossa R$ 186,9 milhões
  • Foz do Iguaçu R$ 183,8 milhões

Além de comemorar um aumento na previsão de arrecadação de ICMS, o que tende a trazer um incremento de R$ 17 milhões no orçamento de 2012, a Prefeitura de Maringá comemora o aumento da arrecadação com a receita própria do município (IPTU, ISS, ITBI e receita não tributável) nos primeiros sete meses.

Os valores, na comparação do mesmo período de janeiro a julho entre os anos de 2018 e 2019, cresceram R$ 45 milhões. A receita do município subiu de R$ 309 milhões em 2018, para R$ 355 milhões.

O secretário de Fazenda, Orlando Chiqueto, enfatiza a participação da economia local para a evolução da arrecadação. “Temos um polo de serviços com uma importante participação dos setores de educação, tecnologia da informação, saúde, construção civil e intermediação financeira”, avalia.

A evolução do Imposto Sobre Serviços (ISS), pago por profissionais autônomos e empresas prestadoras de serviços, superou a arrecadação dos sete primeiros meses de 2018 em R$ 14,2 milhões. Foram R$ 108,9 milhões no mesmo período de 2019, contra R$ 94 milhões.

“A arrecadação conta principalmente com uma economia aquecida, aumento da geração de empregos, em um virtuoso ciclo”, acrescenta.

Com o Imposto Predial e Território Urbano (IPTU), pago pelos proprietários de casas, terrenos, apartamentos, prédios comerciais, entre outros, a arrecadação no período em análise subiu de R$ 118.2 milhões, em 2018, para R$ 131,5 milhões, em 2019.

A arrecadação com o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), tributo pago pelo comprador em transações imobiliárias, evoluiu em mais de R$ 2,5 milhões. Em 2018, arrecadados R$ 31,4 milhões e, em 2019, chegou a R$ 33,9 milhões.

A arrecadação também cresceu em relação às receitas não tributáveis, como no aluguel de teatros, demais equipamentos públicos e taxas de concessão de uso de espaços como a rodoviária, entre outros. De R$ 8,4 milhões nos primeiros sete meses de 2018, subiu para R$ 13,3 milhões, no mesmo período em 2019.

“Nossa cidade é um oásis dentro do Brasil. Enquanto estados e municípios encontram dificuldade na arrecadação, nossa receita própria continua a crescer, nos dando autonomia para os investimentos necessários”, afirma o secretário da Fazenda.

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