Vereadores votam autorização de gasto de R$ 8,1 milhões para compra de prédio da secretaria de Educação

Por: - 4 de dezembro de 2017
Quatro projetos relacionados à área da educação serão votados pelos vereadores nesta terça-feira / Câmara Municipal

O projeto de lei que autoriza a Prefeitura de Maringá a abrir um crédito de R$ 8,14 milhões para a compra do prédio da Secretaria Municipal de Educação será discutido pelos vereadores na manhã desta terça-feira.

Atualmente, o prédio localizado na Avenida Comendador Amorim Pedrosa Moleirinho, 867 (antiga Avenida Itororó) está alugado por cerca de R$ 40 mil mensais.

O imóvel locado possui 1.593 m² de área construída e 644 m² de terreno, avaliados a R$ 4,61 milhões. São 15 salas, com 2 banheiros cada uma, e auditório para 120 pessoas. Os terrenos ao lado possuem 644 m² cada um e foram avaliados em R$ 1,782 milhão.

A proposta se encontra em tramitação desde o mês de outubro e havia ‘enroscado’ na Comissão de Finanças e Orçamento. Um dos motivos é que no ano passado, o então prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) também propôs a compra do imóvel, o que foi rejeitado pelos vereadores, inclusive pelo atual prefeito.

Vereadores votam outros três projetos sobre educação

Na sessão ordinária desta terça-feira, os vereadores irão votar mais três projetos vinculados à educação. Em terceira discussão, tem a proposta do vereador Flávio Mantovani (PPS) para alterar o Plano Municipal de Educação.

O projeto prevê a oferta de temas relacionados ao bem-estar animal e ao Meio Ambiente para os estudantes.

Em segunda discussão, tem o projeto de lei apresentado pelo vereador Sidnei Telles (PSD), que concede preferência nas matrículas dos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) e escolas municipais para as mulheres vítimas de violência doméstica.

E de autoria do Poder Executivo, em primeira discussão, serão votadas alterações na lei que instituiu o Programa Municipal de Bolsas de Estudo (Promube). O programa destina bolsas de estudo para estudantes de cursos de graduação e sequenciais na formação específica, em instituições privadas de ensino.

Entre as novidades propostas, consta que a bolsa de estudo parcial de 75% será concedida a estudantes não portadores de diploma de curso superior, cuja renda familiar mensal não exceda o valor de até dois salários mínimos.

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