Das 13 empresas que concorrem ao aluguel de radares de Maringá, uma foi inabilitada

Por: - 29 de setembro de 2017
Radares
Equipamentos que permanecem nas ruas de Maringá serão todos substituídos / Pólen Comunicação

Uma das Das 13 empresas participantes da licitação para instalação de radares de velocidade de trânsito em Maringá foi desclassificada na primeira fase do processo. A empresa tem até cinco dias úteis para recorrer da decisão.

A Comissão da Licitação informou que a desclassificação se deu porque a SDM Comércio e Montagem de Componentes Eletrônicos Eireli – EPP, de Maringá, não comprovou a aprovação dos equipamentos pleo Inmetro.

A empresa tem até cinco dias úteis para recorrer da decisão, a contar de ontem (28/9).

Desligados desde agosto de 2016, a previsão é que – após mais de um ano de inoperância -, parte dos radares da cidade volte a funcionar até o natal e outra parte em 2018.

O número de multas provenientes de radares fixos e estáticos (quando o radar está parado mas não é em um ponto fixo da cidade), entre 2014 e 2015 – quando os pardais funcionaram o ano todo -, foi de respectivamente, 154.425 e 123.055 autuações.

No ano passado, quando os radares fixos deixaram de funcionar a partir de agosto, o número de multas caiu para menos da metade: 59.958. Este ano, o número de autuações por radares de velocidade foi nulo.

Veja o histórico de multas por pardais de 2012 a 2017.

Licitação de R$ 3,3 milhões

Participam da licitação empresas do Ceará, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul. Sem nenhuma impugnação do edital de licitação, a expectativa da prefeitura é que o valor fique bem abaixo do máximo previsto de R$ 3.385.728,00.

Após os prazos de recursos e apresentações das contrarrazões, os envelopes com as propostas de valores serão abertos para definição do vencedor.

O contrato com a empresa vencedora é de 12 meses podendo ser prorrogado por iguais e sucessivos períodos. São 40 pontos de radares que farão o monitoramento de 80 faixas em diversos pontos da cidade.

Os radares terão tecnologia OCR, que permite por meio de leitura de placas a identificação de veículos furtados e envio das informações para as forças de segurança pública.

Entre as obrigações da contratada está a assistência técnica, incluindo fornecimento de peças, mantendo disponível pessoal especializado, veículos de apoio, instrumental técnico e laboratório de reparos e testes.

 

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