Das 13 empresas que concorrem ao aluguel de radares de Maringá, uma foi inabilitada

Radares

Uma das Das 13 empresas participantes da licitação para instalação de radares de velocidade de trânsito em Maringá foi desclassificada na primeira fase do processo. A empresa tem até cinco dias úteis para recorrer da decisão.

A Comissão da Licitação informou que a desclassificação se deu porque a SDM Comércio e Montagem de Componentes Eletrônicos Eireli – EPP, de Maringá, não comprovou a aprovação dos equipamentos pleo Inmetro.

A empresa tem até cinco dias úteis para recorrer da decisão, a contar de ontem (28/9).

Desligados desde agosto de 2016, a previsão é que – após mais de um ano de inoperância -, parte dos radares da cidade volte a funcionar até o natal e outra parte em 2018.

O número de multas provenientes de radares fixos e estáticos (quando o radar está parado mas não é em um ponto fixo da cidade), entre 2014 e 2015 – quando os pardais funcionaram o ano todo -, foi de respectivamente, 154.425 e 123.055 autuações.

No ano passado, quando os radares fixos deixaram de funcionar a partir de agosto, o número de multas caiu para menos da metade: 59.958. Este ano, o número de autuações por radares de velocidade foi nulo.

Veja o histórico de multas por pardais de 2012 a 2017.

Licitação de R$ 3,3 milhões

Participam da licitação empresas do Ceará, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul. Sem nenhuma impugnação do edital de licitação, a expectativa da prefeitura é que o valor fique bem abaixo do máximo previsto de R$ 3.385.728,00.

Após os prazos de recursos e apresentações das contrarrazões, os envelopes com as propostas de valores serão abertos para definição do vencedor.

O contrato com a empresa vencedora é de 12 meses podendo ser prorrogado por iguais e sucessivos períodos. São 40 pontos de radares que farão o monitoramento de 80 faixas em diversos pontos da cidade.

Os radares terão tecnologia OCR, que permite por meio de leitura de placas a identificação de veículos furtados e envio das informações para as forças de segurança pública.

Entre as obrigações da contratada está a assistência técnica, incluindo fornecimento de peças, mantendo disponível pessoal especializado, veículos de apoio, instrumental técnico e laboratório de reparos e testes.

 

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