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O modelo de franquias costuma ser visto como caminho mais seguro para quem deseja empreender. Marca conhecida, campanhas prontas e suporte da franqueadora são apontados como vantagens. Para a empresária Bruna Macedo Ribeiro, no entanto, isso não garante resultado automático.
“Franquia não é investimento, franquia é operação”, afirmou durante entrevista ao podcast Ponto a Ponto, do Maringá Post.
Sócia e diretora comercial do Grupo Aranega de Macedo, responsável pelas franquias da Capodarte em Maringá e Londrina, Bruna explica que o suporte existe, mas o desempenho depende da atuação direta do franqueado. “Você precisa colocar a mão na massa, você precisa estar ali e entender de negócio para conseguir fazer ela dar dinheiro.”
Marca forte ajuda, mas não substitui gestão
Segundo ela, um bom franqueador oferece plano de compras, calendário de liquidações e apoio na parte visual da loja. “Ela traz muitas coisas mastigadas que te ajudam”, disse.
Ainda assim, o diferencial está no conhecimento da cidade e na capacidade de adaptação. “Eles querem esse conhecimento pessoal, esse relacionamento que o franqueado tem com a cidade.”
Bruna afirma que sempre tratou a franquia como negócio próprio. “A gente nunca tratou ela como uma franquia. A gente sempre tratou ela como se fosse um negócio próprio.”
Ela também aponta limites do modelo, como a dependência de um único fornecedor. “Você acaba sendo não tão dono do seu negócio quanto você imagina.”
A entrevista completa com Bruna Macedo Ribeiro, homenageada com o Prêmio ACIM Mulher 2026, está disponível no podcast Ponto a Ponto, no canal do Maringá Post no YouTube.
Apresentação: Ronaldo Nezo
Produção de áudio e vídeo: VMark Estúdio








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