Nem sempre a vida escolar de uma criança superdotada é mais fácil, revela educadora

Embora crianças com esse perfil apresentem potencial acima da média, a rotina escolar traz desafios que exigem atenção especial.

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    Durante o episódio do Ponto a Ponto sobre superdotação e altas habilidades, a coordenadora pedagógica Maria Lúcia Zapata Lorite Tavares destacou que, embora crianças com esse perfil apresentem potencial acima da média, a rotina escolar traz desafios que exigem atenção especial.

    Ela lembrou que algumas crianças podem estar até três anos à frente da idade cronológica, com linguagem muito elaborada e grande intensidade emocional e sensorial. “São sinais que pedem diálogo com a família e, muitas vezes, encaminhamentos para avaliação especializada”, explicou.

    Apesar disso, reforçou que a missão da escola é a mesma para todos: garantir estímulos adequados em todas as áreas do desenvolvimento. “A educação infantil é um momento riquíssimo. Nosso papel enquanto escola é estimular o cérebro, para que nada se perca quando as podas neurais acontecerem. Assim, asseguramos um trabalho seguro para cada criança”, afirmou.

    O recorte mostra como o ambiente escolar é peça-chave para que talentos sejam desenvolvidos sem que os desafios emocionais e cognitivos fiquem de lado.

    Assista o episódio completo para entender mais sobre o assunto. 

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