Em homenagens à Maria Glória Poltronieri amigos lembram da bailarina voadora e que fazia o público se emocionar

Por: - 27 de janeiro de 2020
Maria Glória era dançarina profissional e cursava Artes Visuais na UEM / Reprodução Facebook

Conhecida pelos mais próximos como Magó, a bailarina Maria Glória Poltronieri Borges, de 25 anos, recebeu diversas homenagens de familiares e amigos nas redes sociais. Ela foi encontrada morta no domingo (26/1) em uma propriedade rural em Mandaguari. Apuração preliminar do Instituto Médico Legal (IML) apontou que a causa da morte foi enforcamento.

As lembranças que os amigos e conhecidos querem guardar é da bailarina voadora e da Magó que acreditava nas pessoas. “Minha menina em corpo de mulher!!! Pura e delicada! Forte e determinada! Amava a vida e acreditava no ser humano! Trazia luz por onde passava! Deus é maravilhoso e ele vai te receber de braços abertos!! Nós ficaremos aqui, rezando por você e por sua família!”, escreveu uma amiga nas redes sociais.

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Maria Glória é filha de Daisa Poltronieri e Maurício Borges. A mãe é proprietária de uma academia de ballet em Maringá. Magó nasceu na cidade e era dançarina profissional desde 2008, quando entrou na Cia Pavilhão D, em São Paulo. Na academia de ballet da mãe, ela ministrava aulas de Ballet Clássico Avançado, Contemporâneo e Contato-Improvisação.

Maria Glória cursava Artes Visuais na Universidade Estadual de Maringá (UEM) e também era capoeirista na Associação Cultural de Capoeira de Mandinga-Ê (Accame).

Nas redes sociais, os amigos lembram da bailarina que era capaz de fazer o público se emocionar com a dança. “É com muita tristeza que venho prestar essa homenagem a uma mulher esplêndida que acaba de nos deixar, uma artista que me ensinou muito, uma dançarina que por muitas vezes me fez sorrir e chorar nos palcos, Maria Glória Poltronieri, nossa eterna Magó”, escreveu um amigo nas redes sociais.

Além das lembranças, as circunstâncias do caso também chocaram muitas pessoas nas redes sociais. “Até quando vão nos matar?”, questionavam algumas mulheres enquanto outras, em tom de prece e indignação, pediam: “Na cabeça a mesma reza: “Deus? Que não seja hoje o meu dia.”

A família informou que o velório será nesta segunda-feira (27/1), a partir das 9h, na Capela Prever de Maringá. O corpo será cremado no Crematório Angelus em horário a ser definido.

A Polícia Civil investiga o caso e aguarda laudo definitivo do IML para determinar a causa da morte e verificar se houve violência sexual.

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