Empresa de Maringá oferece geradores de energia solar a preço de custo para a saúde

Por: - 26 de março de 2020
Imagem ilustrativa / Divulgação Aldo

Em meio ao avanço dos casos de coronavírus no Brasil, a empresa de Maringá Aldo, que se destaca entre as principais distribuidoras de equipamentos para geração de energia solar e TI do Brasil, decidiu disponibilizar a preço de custo equipamentos de energia solar para o setor de saúde.

Os equipamentos de energia solar são capazes de garantir o abastecimento de energia de aparelhos essenciais como respiradores, ventiladores e iluminação, que vão funcionar como um gerador de energia emergencial, principalmente em hospitais de campanha ou em localidades sem rede.

São 10 modelos de geradores/sistemas de sobrevivência de urgência OFF-GRID que serão comercializados a preço de custo, totalmente sem lucro. O objetivo é auxiliar o setor de saúde no cumprimento de medidas que possam minimizar os impactos da Covid-19.

O próprio governo se preocupa com o alto número de internações esperado por conta da doença. Tanto hospitais regulares quanto os de campanha, que vem sendo montados em algumas cidades do país, vão requerer energia e a intenção é facilitar o acesso a equipamentos essenciais, como os geradores que mantém os respiradores funcionando, e assim, participar desta luta contra a Covid-19.

“É um momento em que a entrega de todos é muito importante, não só para diminuir a proliferação do vírus, mas para amenizar as consequências da doença. Se cortando nossa margem de lucro nós pudermos facilitar o acesso a um sistema que garante o funcionamento de um respirador, por exemplo, e que possa manter a vida de pessoas internadas, nós vamos fazer”, explica o CEO e presidente da Aldo, Aldo Pereira Teixeira.

O empresário também destaca a importância de manter a empresa em funcionamento. “Continuar com nossa atividade, ainda que sem lucro, é uma forma de sustentar nosso negócio, garantir trabalho a nossos colaboradores, manter nossas ações sociais, mesmo com as consequências econômicas previstas após a crise”.

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