Procon de Maringá identifica variação de até 1.413% em materiais escolares. Veja a pesquisa completa antes de fazer as compras

Por: - 11 de janeiro de 2018
É a hora de comprar os materiais escolares e a dica do Procon de Maringá é pesquisar; diferença média constatada em levantamento é de 101% / Agência Brasil

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O dicionário pequeno de língua portuguesa é o vilão da pesquisa de preços de materiais escolares divulgada pelo Procon de Maringá. A diferença constatada foi de 1.413%. Segundo o órgão de defesa do consumidor, o dicionário, independente de marca, foi encontrado por R$ 3,70 em uma papelaria e por R$ 56 em outro estabelecimento.

A sondagem de preços do Procon de Maringá foi realizada entre a segunda-feira (8/1) e a quarta-feira (10/1). A variação média na comparação de todos os itens foi de 101,8%.

A gerente de operações do Procon Maringá, responsável pela pesquisa, Naiara Ariane de Oliveira, explica que a diferença é absurda.

“Analisamos o dicionário de menor preço do estabelecimento. Algumas empresas trabalham apenas com marcas mais famosas enquanto outras também trabalham com marcas mais populares”, diz.

Para quem vai comprar material escolar nessa época, a dica de Naiara é “seguir o clichê de pesquisar. Essa nossa pesquisa tem vários itens que estão nas listas de materiais escolares. Vale dar uma estudada para buscar o melhor preço”.

Outro item com alteração considerável de preço foi o giz de cera (caixa com 12 unidades). O produto foi encontrado por R$ 1,68 em uma empresa, enquanto o menor preço de outro estabelecimento era R$ 16,99, uma variação de 911,31%.

Se considerar itens de uma mesma marca, a maior variação constatada pelo Procon foi de 430%. A diferença foi encontrada no caderno de aritmética de 40 folhas brochura da Tilibra. Foi encontrado a R$ 1,49 em uma papelaria e a R$ 7,90 em outra.

Só 15% se prepararam para pagar materiais escolares

Para quem tem filhos, gastos com materiais escolares são uma das despesas ‘sagradas’ de início de ano. Mesmo assim, são poucos os brasileiros que se organizaram para a compra e o pagamento de impostos.

É o que mostra o levantamento feito pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Segundo a pesquisa, apenas 15% dos brasileiros disseram ter condições de pagar as despesas de início de ano, que incluem os materiais escolares, o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

O levantamento revela também que 32% dos brasileiros reservaram uma parte do décimo terceiro salário para as despesas dos dois primeiros meses do ano. Outros 27% disseram que abriram mão de compras no Natal e 21% buscaram bicos como fonte de renda extra.

Confira a pesquisa de materiais escolares do Procon

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