Após venda de administradora, MinasCred Participações será dissolvida

Por: - 3 de outubro de 2017

A MinasCred Participações S/A convocou assembleia geral para o sábado (14/10) para prestar as contas finais, apresentar o balanço financeiro de encerramento e aprovar a dissolução da companhia.

Assinado pela diretora-presidente, Mariangela Chiste Libanio Alvim, o edital de convocação foi publicado esta semana nos jornais de Maringá. Durante a assembleia, também ocorrerá a eleição do responsável pela guarda da documentação da empresa pelos próximos cinco anos.

A decisão de encerrar as atividades da MinasCred Participações S/A se deve ao fato de que a MinasCred Administradora, empresa que é a responsável pela administração de cartões de crédito e benefícios, ter sido vendida para o grupo Cooper Card, que também tem sede em Maringá.

A operação comercial foi fechada no mês de março de 2017 e o encerramento da MinasCred Participações S/A, que possui cerca de 80 acionistas e era a controladora da MinasCred Administradora, é considerado natural.

“A empresa que administra os cartões foi vendida para outro grupo e, por isso, a Minas Cred Participações S/A perdeu a finalidade”, explicou o diretor administrativo da Minas Cred Administradora, Brasílio Tiradentes de Oliveira.

Ainda segundo Oliveira, a “venda aconteceu dentro de um processo natural, trabalhado pela diretoria, pelos acionistas principais e chegou num momento correto em que foi realizada a operação”, disse.

O valor da transação e o número de clientes da MinasCred, que começou a operar no ramo de cartões de crédito em Maringá em 2001, com o credenciamento de 200 estabelecimentos comerciais, não foram informados pelo diretor, por se tratarem de informações sigilosas.

O que se pode afirmar é que hoje são centenas de milhares de usuários dos cartões da bandeira MinasCred em todo o Brasil.

O fechamento da MinasCred Participações S/A não traz nenhuma influência aos negócios. “A companhia não tinha operações comerciais. Era apenas uma empresa de administração do próprio negócio, que não fazia operações com fornecedores. Servia apenas para abraçar o volume de acionistas”, afirmou Oliveira.

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