Paralisação do esporte afeta todos os níveis, dos amadores e amantes, e nomes de destaque mundiais

Por: - 2 de maio de 2020
Vista aérea de Maringá a partir da Vila Olímpica / Divulgação/PMM

A paralisação do esporte em meio à pandemia do novo coronavírus tem impactado em todos os níveis. Dos jogadores de peladas e das corridas dos fins de semana, aos amantes, que ficam sem as competições do calendário, aos esportistas amadores, e também a nomes de destaque mundial.

O impacto que a paralisação indefinida do calendário esportivo de 2020 tem provocado no mundo do esporte tem sido acompanhado de perto pelo site de aposta esportiva online Betway.

Uma das publicações traz um vídeo com depoimentos de nomes de destaque mundial como Pepe Guardiola (Técnico do City), Kyle Walker (Jogador do City), Anthony Taylor (Juíz da Premier League), Marcelo Melo (Tenista Profissional), Etiene Medeiros (Nadadora Profissional) e o Paulo Paula (Maratonista). Eles avaliam qual o futuro do esporte?

Na mesma reportagem, o time da Betway Esportes. informa sobre a expectativa de retorno de alguns campeonatos de futebol na Europa a partir do início do mês de maio. 

No Brasil, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) chegou a informar o desejo de retomar as competições nos estados a partir de 17 de maio, mas tudo depende do comportamento da pandemia no país, nas próximas semanas. 

O Maringá FC, time profissional de futebol da cidade de Maringá, decidiu suspender o elenco devido ao novo coronavírus. A direção da equipe explicou que o clube não teria condições financeiras de continuar com os vínculos empregatícios dos atletas, já que o time não tem data definida para entrar em campo pelo Paranaense da Segunda Divisão.

O time maringaense também criou uma competição de game para manter a torcida envolvida com o clube. As equipes profissionais de vôlei e handebol também tiveram treinos e competições interrompidos. Escolas esportivas, muitas relacionadas a projetos sociais, também precisaram parar devido ao isolamento imposto pela Covid-19.

Os centros esportivos de Maringá foram fechados, os campos de futebol dos espaços Meu Campinho também. Mesma medida adotada com as piscinas da Vila Olímíca, que não pode mais ser usada, por exemplo, pelas gêmeas da natação paralímpica de Maringá. Durante a quarentena, as irmãs têm buscado alternativas e improvisado para manter uma rotina de treinos em casa.

Em uma piscina pequena, Beatriz Borges Carneiro, Débora Borges Carneiro nadam amarradas com cordas a uma parede e suam muito para manter o condicionamento físico. As duas, medalhistas no Parapan, vivem a expectativa das Paralimpíadas de Tóquio, adiadas para 2021.

A maioria das grandes competições ainda não tem data para serem realizadas. Vão faltar dias em 2020, para recuperar o tempo de paralisação do esporte.

Dos esportistas, o pedido que parte a todos neste momento é para ficar em casa e se cuidar, com o uso de máscaras caseiras. O calendário está cada vez mais apertado, mas a previsão é que vai começar em breve a retomada das atividades.

 

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