Uma mulher encaminhou um bebê reborn para uma consulta médica alegando sintomas de gripe no boneco. O caso aconteceu em uma UPA de Várzea Grande (MT) e virou notícia em todo o País.
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De acordo com equipe médica, a mulher alegou que o bebê reborn estaria com sintomas de gripe e que por isso precisa de atendimento médico na Unidade de Pronto Atendimento.
Por se tratar de um boneco sem registro civil ou cartão do SUS, a equipe de servidores da UPA recusaram atendimento médico ao bebê reborn, o que teria desapontado a mulher.
Em nota oficial, a Superintendência das Unidades de Pronto Atendimento de Várzea Grande informou que os “atendimentos devem ser destinados a pacientes que realmente necessitam de cuidados médicos, evitando assim prejuízos à assistência prestada à população”.
Orientações da Psicologia
Embora o termo “mãe de reborn” seja mais associado a colecionadoras, ele também é utilizado por mulheres que desenvolvem vínculos emocionais com os bonecos hiper-realistas.
Entre os casos mais comuns estão os de mulheres que enfrentaram a perda de um filho (seja por luto perinatal, aborto espontâneo ou morte neonatal), além daquelas com histórico de infertilidade ou dificuldade para engravidar.
Também há relatos de pessoas que recorrem aos bonecos como forma de lidar com quadros de depressão, ansiedade ou solidão, bem como de mulheres idosas que sentem falta do papel materno e de colecionadoras fascinadas pela arte hiper-realista.









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