Manifestantes protestam sobre crimes de ódio contra asiáticos nos Estados Unidos

Uma pessoa segura um cartaz escrito “nós pertencemos aqui”, na manifestação de Nova Iorque / Imagem: Reuters 

Em 16 de março de 2021, um homem causou um tiroteio, em Atlanta, nos Estados Unidos. Das oito vítimas, seis eram mulheres asiáticas, que trabalhavam em SPA’s frequentados pelo atirador. O homem de 21 anos, Robert Aaron Long, afirmou para a polícia que as vítimas eram “fontes de tentação sexual” para si. 

Na última sexta-feira (11), uma mulher asiática de 67 anos foi brutalmente agredida e ofendida, por seu vizinho, em Nova Iorque.

Na internet, muitas pessoas discutiram sobre a crescente onda de crimes contra pessoas asiáticas nos últimos anos. Um ano após o tiroteio em Atlanta, manifestantes organizaram protestos contra esses crimes de ódio voltados a asiáticos, em várias cidades dos Estados Unidos.

Na cidade de Atlanta, aproximadamente 200 pessoas foram às ruas. Os manifestantes levaram cartazes com frases como “Nós não vamos nos calar” e “Asiáticos merecem justiça”. O filho de uma das vítimas do tiroteio, discursou no protesto, junto dos participantes.

Um estudo publicado pela Universidade da Califórnia em 2021, aponta que a violência e o preconceito contra pessoas asiáticas tomou grandes proporções após o ex-presidente norte americano Donald Trump, ter chamado a Covid-19 de “vírus chinês”.

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