Paraná recebe 240.980 vacinas neste sábado, o quarto lote na semana

Várias cidades, como Maringá, interromperam a vacinação por faixa etária por falta de vacinas

14 de agosto de 2021
240.980
As doses, embarcadas pelo Ministério da Saúde, chegam ao Paraná em dois voos Foto: Geraldo Bubniak/AEN

A Secretaria de Saúde do Paraná aguarda para este sábado a chegada de uma remessa com 240.980 doses de vacinas contra a Covid-19, o quarto lote enviado pelo Ministério da Saúde ao Estado nesta semana. Os imunizantes chegam em dois voos: às 10h20, o voo G3-1126 pousa no Aeroporto Internacional Afonso Pena trazendo 90.050 doses da Coronavac (Sinovac/Butantan). No período da tarde, às 17h10, chegam com o voo LA-4791 as outras 150.930 doses do imunizante Comirnaty (Pfizer/Biontech).

O Ministério não informou se os imunizantes da Pfizer enviados nesta etapa são D1 ou D2. Após desembarcarem, as vacinas são encaminhadas ao Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) para serem contabilizadas e separadas para distribuição entre as 22 Regionais de Saúde. A Secretaria de Estado da Saúde já fez duas distribuições nesta semana, na terça-feira (10) e na quinta-feira (12), e uma nova remessa segue para as regionais neste sábado.

Os quatro lotes enviados ao longo desta semana totalizam 755.680 imunizantes, que fazem avançar o calendário de vacinação no Paraná. Com isso, o Estado tem condições de adiantar a imunização de 80% da população adulta, meta que estava prevista para ser atingida no final do mês. Até o fim de setembro, todas as pessoas com mais de 18 anos já devem ter recebido ao menos uma dose do imunizante.

As 240.980 doses de vacina que chegam neste sábado devem ser distribuídas para as Regionais de Saúde ainda neste fim de semana, que por sua vez farão chegar aos municípios, garantindo assim o trabalho de imunização no início da semana. A quantidade é pequena, mas a expectativa da Secretaria de Estado da Saúde é de que, a exemplo do que aconteceu nesta semana, novos lotes cheguem nos próximos dias.

Várias cidades estão sem condições de fazer aplicação de primeira dose no público em geral, por faixa etária, por falta de vacinas. É o caso de Maringá.