Oi pessoal! Tudo certo por aí?

Hoje eu tenho uma dica de série para vocês! Mais uma produção nacional já está disponível no Netflix – Sintonia. Ela foi criada pelo Kondzilla, é isso mesmo, um dos maiores produtores e empresários da música brasileira com o canal mais popular do Youtube.

Imagem – Internet

Com seis episódios, a série se passa em uma comunidade de São Paulo e exibe a trama que mostra a música, drogas, crime e a vida na periferia.

Primeiramente, se você já é fã de funk, vai gostar muito da série e se familiarizar bastante com a trilha sonora das cenas. Os três protagonistas, são os melhores amigos: Doni, Rita e Nando.

Imagem – Internet: Nando, Doni e Rita

Donizete (Doni) é um garoto da periferia, filho de um casal de comerciantes evangélicos. O sonho de Doni é se tornar um grande Mc de funk. E para que isso ocorra, ele terá que abrir mão de algumas coisas e “enfrentar” a família religiosa.

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Rita, uma garota de 18 anos, tenta sobreviver vendendo objetos pelas ruas de São Paulo. Desde o início da história, já dá pra ver que ela tem um passado sofrido. E logo no primeiro episódio, sua melhor amiga foi presa injustamente – Não quero dar spoilers, mas o ápice do começo da série é quando a Rita leva uma surra da mãe da Cacau (sua melhora amiga). Depois disso, Rita começa a ter um encontro com a Religião.

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Nando é casado e tem uma filha pequena. Além disso, também é envolvido com o tráfico e deseja ser respeitado na comunidade como tal. Logo no início, ele recebe um mandado para matar um policial para proteger a “família” do tráfico. E foi aí, que ele cometeu o seu primeiro assassinato.

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Quem começa assistir a série, tem a ideia de que a história principal da trama é a do Doni (eu também achei isso), mas as histórias secundárias que envolvem a Rita e o Nando também tem muita força.

A primeira temporada é bem curta e eu assisti em dois dias. Ah, outro ponto que chama muita atenção é o uso das gírias. Os personagens usam muiiiitas gírias, rs. Olha aí um dicionário para não correr o risco de se perder:

 Mas afinal, Vale a pena assistir a série?

Eu gostei da série porque ela mostra algumas realidades que normalmente, a gente acha que não existe ou nem pensa nisso. Como é a vida na comunidade, trabalhos para a sobrevivência, busca pela educação, jovens que não frequentam a escola e questões de ostentação, bebidas e mulheres que são retratados no mundo do funk.

No entanto, já que o intuito da série era retratar o cenário da música, pelo menos na primeira temporada, acho que ficou a desejar. As histórias do tráfico e do poder que a igreja pode exercer sobre seus fiéis, em minha opinião, ainda se mostraram um pouco mais relevantes na série.

Em contrapartida, o elenco também mostra a união e os conceitos de lealdade uns com os outros. Uma série gostosa de assistir e com certeza, vou assistir as próximas temporadas.

Dá uma olhadinha no trailer aí:

E aí, já assistiram?

Final de semana já está quase aí, que tal fazer uma maratona? Rs.

Beijos e até a próxima!!

Dica de série: “As Telefonistas”

Maquiadora, Jornalista e pós graduanda em Marketing. No “E aí, tá pronta?” você encontra variedades nos seguimentos de moda, maquiagem, eventos e se diverte com muitas dicas voltadas principalmente para o mundo feminino.
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