Reforma Tributária: Veja como votaram os deputados de Maringá e região nos dois turnos

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A discussão, que se arrastava no Congresso desde a década de 1990, teve um fim na noite dessa sexta-feira (15). Presidente da Comissão que havia discutido o tema pela última vez, em 2016, Luiz Carlos Hauly (Podemos) comandou parte da votação.

Por Victor Ramalho

A Câmara dos Deputados aprovou em dois turnos, no fim da noite dessa sexta-feira (15), o texto final da Reforma Tributária. A matéria, que já havia sido aprovada pelo Congresso em junho, precisou ser votada novamente após mudanças sugeridas pelos senadores.

De volta ao plenário, os parlamentares optaram por não fazer mais observações no texto devolvido pelo Senado. Grande parte dos deputados votaram de forma remota, de suas casas, por conta do recesso de fim de ano em Brasília. Pouco deputados estavam presentes na Câmara. Mesmo assim, o projeto foi aprovado.

No primeiro turno, foram 371 votos a favor e 121 contra, com três abstenções. O número mínimo de votos que a proposta precisava para ser aprovada era 308.  No segundo turno, foram 365 votos favoráveis, 118 contrários e uma abstenção.

Um dos principais entusiastas da Reforma Tributária desde que o tema começou a ser discutido, ainda na década de 1990, Luiz Carlos Hauly (Podemos), que representa a região de Londrina, presidiu parte da sessão dessa sexta (15). Em 2016, Hauly chegou a presidir a Comissão que começou a discutir um Projeto sobre o assunto. A tramitação, na época, não seguiu.

Hauly votou favorável a proposta em dois turnos. Além dele, outros deputados da região também foram favoráveis a proposta nos dois turnos, como Luiz Nishimori (PSD), que representa Maringá, Zeca Dirceu (PT), que é da região de Umuarama e a dupla londrinense Luísa Canziani (PSD) e Diego Garcia (Republicanos).

Sargento Fahur (PSD), de Maringá e Filipe Barros (PL), de Londrina, foram contrários ao texto nos dois turnos de votação. Tião Medeiros (Progressistas), de Paranavaí, não votou em nenhum dos turnos.

Com a aprovação, há a expectativa de que o texto seja promulgado já na semana que vem.

Foto: Arquivo/Agência Brasil


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