Vaquinha para entregador agredido no Rio ultrapassa R$ 223 mil

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A história do entregador Max Angelo Santos, vítima de agressão por Sandra Mathias Correia de Sá no Rio de Janeiro, ganhou repercussão nacional e resultou em uma campanha de financiamento coletivo que já arrecadou mais de R$ 223,4 mil.

Com o objetivo de ajudar Max a comprar sua casa própria, a vaquinha superou a meta inicial de R$ 190 mil e contou com o apoio de personalidades como Luciano Huck e João Vicente de Castro.

Morador da Rocinha e pai de três filhos, Max trabalha como entregador há cerca de um ano e meio. Após ser agredido em São Conrado, na Zona Sul do Rio, ele relata dificuldades para retomar suas atividades profissionais.

Sandra utilizou a guia de coleira de seu cachorro para agredir Max, que descreveu a violência como “apanhar como se fosse um escravo”.

A agressora, ex-jogadora de vôlei de praia e nutricionista, já possui antecedentes policiais por lesão corporal, injúria, ameaça, furto de energia e fraude em licitação.

Após o ocorrido, a Prefeitura do Rio suspendeu o funcionamento da escolinha de vôlei da qual Sandra é sócia e o Conselho Regional de Nutrição abriu um processo administrativo contra ela.

Além de Max Angelo, a entregadora Viviane Maria de Souza também foi vítima das agressões de Sandra no mesmo episódio. Viviane afirma ter sido xingada e agredida pela agressora, que mordeu sua perna durante o confronto. A polícia investiga os casos como injúria e lesão corporal.

Com a repercussão negativa, os vizinhos de Sandra no condomínio em que ela mora alugada pretendem expulsá-la do prédio. O advogado do condomínio declarou que os moradores ficaram assustados com o acontecido e já notificaram a administradora para que Sandra seja retirada do local.

Foto: Reprodução


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