Como superar o que te paralisa na carreira

Nesta terça-feira (12), a convidada do “Papo de Carreira” foi novamente a Master Coach, Mércia Acciette Menezes. Ela é analista de perfil comportamental, especialista em inteligência emocional, neurociência e performance humana.

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No papo de hoje, Mércia explicou como algumas crenças de nossas vidas podem ser limitantes para o nosso próprio desenvolvimento. Mas como assim?

Segundo ela, o autoconhecimento é muito importante para nós entendermos que tudo o que ouvimos, vemos e sentimos causa impacto emocional em nossas vidas, e devemos entender tais emoções no nosso cérebro.

Identificar e reconhecer as nossas próprias crenças limitantes são os primeiros passos para reprogramarmos nosso cérebro e nossas próprias crenças.

“As memórias, as crenças que nos limitam podem ser reprogramadas”, diz Mércia. 

Mas como uma crença pode nos limitar?

Mércia diz que, o cérebro não distingue o que é real e o que não é, então todo comando que enviamos, o cérebro achará que é real, por isso pessoas que crescem sendo menosprezadas viram adultos que não acreditam em suas capacidades.

Por exemplo, alguém que cresceu ouvindo que não fazia algo direito, que é burro ou que não termina nada que começa, ou qualquer tipo de informação negativa, guarda essas informações e acaba não conseguindo mesmo realizar tais tarefas.

Ou seja, em função de algumas memórias, por mais simples que sejam, elas se instalam no nosso cérebro, e podem se transformar em crenças limitantes, nos sabotando.

Para resolvermos isso, e tentarmos nos desenvolver, crescer em qualquer área de nossas vidas, em especial na carreira, devemos ter consistência. Segundo ela, não é possível ter resultados diferentes na vida, se continuarmos fazendo as mesmas coisas, do mesmo jeito. 

O cérebro reage de acordo com nosso pensamento. Ou seja, ele está programado para agir conforme as nossas necessidades, mas além disso, ele só irá reagir de acordo com o que nós comunicamos para ele. Então se acreditamos, manifestamos que somos capazes, por exemplo, constantemente, nosso cérebro entenderá isso.