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Os docentes da Universidade Estadual de Maringá (UEM) resolveram aderir a um movimento estadual da categoria e aprovaram uma paralisação das atividades para o dia 17 de março. A decisão foi tomada no em assembleia conduzida pela Seção Sindical dos Docentes da UEM (SEDUEM), ligado ao Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES), ocorrida na última terça-feira (24).
A paralisação do dia 17 de março deverá ocorrer em outras instituições estaduais de ensino superior. Em Maringá, além da interrupção das atividades, os professores também aprovaram um indicativo de greve.
No documento encaminhado ao reitor Leandro Vanalli, a entidade informa que a categoria somará forças à paralisação estadual e a aprovação do Indicativo de Greve sinaliza para um movimento paradista caso não haja negociação efetiva e respostas concretas às reivindicações apresentadas.
De acordo com um texto publicado pela própria seção sindical, a mobilização é motivada principalmente pela defasagem salarial acumulada ao longo dos anos, pelo não cumprimento adequado da data-base e pelas perdas inflacionárias que reduziram significativamente o poder de compra da categoria. A publicação também destaca problemas estruturais relacionados às condições de trabalho, como sobrecarga docente, falta de concursos suficientes para recomposição do quadro e dificuldades de infraestrutura que impactam ensino, pesquisa e extensão.
Em contato com a reportagem, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) informou não ter sido oficialmente notificada sobre qualquer paralisação. O Maringá Post também entrou em contato com o Governo do Paraná, que não se manifestou sobre o assunto.







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