Maringá é premiada nacionalmente por projetos de atendimento inclusivo e práticas integrativas na saúde

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Foto: Arquivo / PMM

Por Murillo Saldanha / PMM

Maringá recebe prêmio nacional por projetos de saúde inclusiva e integrativa. A cidade foi destaque na 18ª ′Mostra Brasil, aqui tem SUS′, que reuniu experiências exitosas de todo o país no Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde. Os projetos premiados foram o ′Ambulatório Transexualizador′, que oferece atendimento médico especializado para transexuais e travestis em processo de transição hormonal, e o ′Consultório de Rua′, que utiliza práticas integrativas e complementares no cuidado de pessoas em situação de rua.

Os projetos de Maringá foram selecionados entre 534 trabalhos de todo o Brasil que chegaram à fase final. A cidade também concorreu com um projeto de saúde bucal desenvolvido em escolas. O secretário de Saúde, Clóvis Melo, representou o município na premiação, que aconteceu na noite de terça-feira, 18, em Goiânia (GO). “Esse reconhecimento mostra a importância do Sistema Único de Saúde (SUS) e das políticas públicas inovadoras desenvolvidas pelos municípios”, disse o secretário.

O ′Ambulatório Transexualizador′ funciona desde junho de 2022 e atende pacientes encaminhados pelas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e pelo Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA). O local conta com atendimentos de endocrinologia, infectologia, ginecologia, psicologia, assistência social, farmacêutica e enfermagem.

Antes da inauguração do ambulatório em Maringá, os pacientes eram encaminhados para atendimento em Curitiba e a espera chegava a 3 anos. Com o ambulatório, o município garantiu agilidade e inclusão aos tratamentos. O projeto foi elaborado pelos servidores Marcelo Silva, Kelly Elaine, Iomara Bispo, Karina Rissardo, Roberta Oliveira, Cássia Izzo, Juliana Rabelo e Larissa Zanolli.

O ′Consultório de Rua′ oferece práticas integrativas para a população em situação de rua, como fitoterápicos, acupuntura, auriculoterapia e terapia comunitária integrativa. Essas práticas auxiliam na adesão ao tratamento e no vínculo com a equipe, além de estimular o autocuidado. O projeto foi idealizado pelo médico Paulo Mai e Elizabeth Santana.


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