Maringá realiza 1ª Mobilização de Enfrentamento à Violência Sexual contra crianças e adolescentes

Maringá realiza campanha de conscientização e enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes. Ação será realizada neste domingo (22), às 9h.
Foto: Aldemir de Moraes / PMM

Nesta quarta-feira (18), foi o Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Para trazer visibilidade a essa causa, a Prefeitura de Maringá vai realizar, no próximo domingo (22), a primeira mobilização em favor do enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes. Haverá atividades que conscientizam e instigam a sociedade a tratar de um problema público e que necessita de visibilidade.

Por meio de secretarias municipais, como a da Criança e do Adolescente, e com apoio do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, a ação será realizada das 9h às 12h na praça Vereador Malaquias de Abreu, em frente ao Colégio Instituto de Educação, com atividades culturais e recreativas.

“A ação ocorre com o intuito de sensibilizar a sociedade para a importância do tema, pois, por ser um assunto silenciado, muitas pessoas não imaginam existir essa violência”, afirma a secretária da Criança e do Adolescente, Aline Câmara.

Dentre as ações listadas, estão: atividades informativas, interativas, lúdicas, recreativas, contação de histórias e brincadeiras (bolhas de sabão; escultura de balão; pintura Facial; pintura Guache; jogos de futebol de prego e botão). Além disso, a mobilização conta também com apresentação da Dj Camis e mural de grafite temático com os grafiteiros Mateus Rosa, Nando e Nardo.

Denúncias

As denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes podem ser feitas através do Disque 100 – Ouvidoria que trabalha 24 horas por dia, incluindo fins de semana e feriados -, de forma anônima, ou entrando em contato com o Conselho Tutelar da sua cidade.

Também está disponível o aplicativo Direitos Humanos Brasil, WhatsApp (61-99656-5008) e Telegram (digitar na busca “Direitoshumanosbrasilbot”), que oferecem os mesmos serviços de escuta qualificada. No caso de crianças e adolescentes, a denúncia também pode ser feita por meio do Aplicativo Sabe – Conhecer, Aprender e Proteger.

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