Sindicato pede o adiamento do retorno das aulas presenciais na UEM

aulas presenciais

Com muitos professores positivados para covid-19 e, possivelmente, também estudantes, o retorno das aulas presenciais na Universidade Estadual de Maringá (UEM), marcado para esta segunda-feira, 17, corre o risco de ser adiado por solicitação da Seção Sindical dos Docentes da UEM (SesdUEM). Diante do aumento de casos de covid-19, além da epidemia de H3N2. O sindicato está pedindo  que o retorno das aulas presenciais seja adiado por pelo menos 15 dias.

Segundo o presidente da SesdUEM, Washington Luiz Félix dos Santos, a volta das aulas presenciais foi decidida pelo Conselho de Ensino e Pesquisa da universidade em meados de novembro, em um momento que havia a sensação de que a pandemia estava arrefecendo. Porém, depois disto chegou ao Brasil a variante Ômicron do coronavírus, que tem uma elevada capacidade de transmissão e mudou o cenário. Hoje, Maringá, como as demais cidades brasileiras, voltou a ter elevado número de pessoas positivadas a cada dia, quantidades maiores do que nos períodos mais críticos da pandemia.

O cenário é outro, bem diverso daquele do momento em que houve a decisão pelo retorno, diz o presidente do sindicato. E para agravar ainda mais a situação, está acontecendo uma pandemia de influenza e muitas pessoas do meio universitário estão com a gripe.

Em assembléia, a seção sindical decidiu propor que a universidade continue com o ensino remoto por mais duas semanas e aguardar uma mudança do cenário.

A Reitoria ainda não se manifestou sobre o assunto e se a decisão for por não retornar o ensino presencial ela terá que ser tomada sem consulta ao Conselho de Ensino e Pesquisa por falta de tempo.

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