Prefeitura de Maringá desmente fake news sobre projeto do edital Aniceto Matti

6 de outubro de 2021
Prefeitura de Maringá desmente fake news
Professor João Paulo Baliscei e seu livro "A vida de um chuveirando" Foto: Reprodução

Publicações em redes sociais mentindo sobre o conteúdo do livro “A vida de um Chuveirando”, do professor universitário João Paulo Baliscei e acusando o Executivo municipal de contratar livros e palestras que abordam ideologia de gênero, levou a divulgação de uma nota em que a prefeitura de Maringá desmente fake news e esclarece as dúvidas plantadas pelos autores das notícias falsas. Segundo a prefeitura, além de mentirosas, as publicações desinformam.

O livro de Baliscei foi um projeto contemplado no Prêmio Aniceto Matti 2019, edital ofertado pela Prefeitura de Maringá, por meio da Secretaria Municipal de Cultura. Em torno de 40 propostas foram selecionadas, com investimento total de R$ 1,6 milhão.

O Aniceto Matti é a principal ferramenta de fomento à cultura na cidade e impacta direta e indiretamente em milhares de pessoas. Qualquer produtor cultural, escritor, ator, entre outras profissões, pode participar, cumprindo as regras estabelecidas em edital público. Há um criterioso processo de seleção das propostas. Uma comissão de pareceristas de fora de Maringá avalia os projetos habilitados.

O projeto de Baliscei envolveu a produção, edição e distribuição de mil exemplares do seu livro, com custo total de R$ 20 mil. A obra, de forma lúdica e artística, aborda as diferenças que estão postas na sociedade, sem citar quais. Além dos livros, oficinas gratuitas lúdico-pedagógicas serão ofertadas no Centro de Ação Cultural (CAC) para crianças e adolescentes de 9 a 15 anos, que só participarão mediante a autorização de pais ou responsáveis.

Na mesma nota em que a prefeitura de Maringá desmente fake news e dito que as informações falsas divulgadas dão a entender que o município fez compra direta, “o que é não é verdade”. Segundo a nota, “também é mentirosa a acusação de que as crianças serão doutrinadas, porque oficinas lúdico-pedagógicas abordam questões artísticas e educacionais. Só participarão crianças e adolescentes que tiverem a autorização dos pais ou responsáveis”.