Secretaria de Juventude e Cidadania realiza pesquisa com população LGBTQIA+

Por: - 23 de março de 2021
LGBTQIA+
Apenas pesquisadores terão acesso as respostas, mantendo assim o anonimato dos participantes / Agência Brasil

A Secretaria de Juventude e Cidadania da Prefeitura de Maringá, com apoio de representantes de movimentos de diversidade sexual e de gênero, iniciou uma pesquisa para conhecer e entender as necessidades e enfrentamentos da comunidade LGBTQIA+ no município.

O principal objetivo é a criação de políticas públicas com perspectiva de equidade e diversidade no desenvolvimento de ações, programas, benefícios, serviços e projetos que garantam direitos constitucionais.

A pesquisa começou na quinta-feira (18/3) e segue até o dia 18 de abril. Apenas os pesquisadores terão acesso as respostas, mantendo assim o anonimato dos participantes. A pesquisa é online e pode ser acessada neste link.

Segundo o secretário de Juventude e Cidadania, Emmanuel Predestin, uma das metas após a realização da pesquisa é criar o Conselho Municipal de Promoção dos Direitos LGBTQIA+. Ele explica que a secretaria tem a Gerência de Diversidade, que será responsável pelo atendimento.

Outras demandas da população LGBTQIA+

Segundo Guilherme Mariucci, superintendente da Secretaria de Juventude e Cidadania de Maringá, a iniciativa é um primeiro passo para que novas ações voltadas à comunidade LGBTQIA+ sejam desenvolvidas na cidade.

“Desde o início da segunda gestão do prefeito Ulisses Maia, com a criação da Secretaria da Juventude e Cidadania, a população LGBTQIA+ do município foi contemplada com uma gerência específica para essa comunidade, buscando viabilizar e executar políticas públicas”, conta.

Além do mapeamento, Mariucci afirma que outras situações já foram levantadas pela secretaria e que deverão ser abordadas em breve. “Em reuniões com a Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero da OAB Maringá, ficamos cientes de algumas demandas já existentes na cidade, como a necessidade de uma capacitação dos agentes de segurança pública e de profissionais da saúde no tratamento com pessoas LGBTQIA+, campanhas de enfrentamento a LGBTQIA+fobia, criação de um protocolo municipal para a realização de hormonioterapia de pessoas trans, medidas para acolhimento e integração de pessoas trans no mercado de trabalho, que hoje são desassistidas, entre outras iniciativas que devemos começar a trabalhar nos próximos meses”, explica.

Com informações da Diretoria de Comunicação da Prefeitura de Maringá

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