Maringá é a 1ª cidade do Brasil a receber expansão do Clube da Alice, comunidade oficial do Facebook

Por: - 4 de novembro de 2020
O Clube da Alice Maringá incentiva negócios de mulheres do norte do Paraná / Reprodução

O Clube da Alice, comunidade parceira do Facebook, iniciou as atividades em Maringá no dia 13 de outubro e já conta com mais de 4 mil membros. A meta para dezembro de 2020 é alcançar 45 mil membros na região de Maringá.

Maringá foi a cidade selecionada pelo Clube devido ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) alto, semelhante a Curitiba, estratificação territorial maior que Londrina e pela aproximação a Paranavaí, cidade a 74Km de Maringá e berço de Mônica Berlitz, uma das idealizadoras do projeto.

História do Clube da Alice

Para a divulgação do trabalho de fotógrafa, Mônica Berlitz, junto a uma amiga produtora de moda, produziu uma revista digital chamada Palpite de Alice. A ideia era transformar as mulheres na personagem Alice, do livro Alice no País das Maravilhas de Lewis Carroll, com roupas modernas e contemporâneas.

Berlitz viu uma oportunidade após conhecer uma comunidade do Facebook com mais de 2 mil mulheres. Com isso, a fotógrafa criou um grupo para a revista Palpite de Alice. No entanto, a sócia acreditava que a revista pudesse perder a identidade com a iniciação da comunidade. Assim, a revista permaneceu Palpite de Alice e a comunidade como Clube da Alice.

“Ali no grupo, eu convidei amigas de áreas diferentes para elas escreverem, como se fosse a revista, só que elas escreviam em posts separados. E nisso, começaram a surgir negócios e uma foi chamando a outra, e ali começaram a nascer novos negócios”, conta Mônica Berlitz, idealizadora da comunidade.

Mais tarde, o jornal Gazeta do Povo convidou as produtoras da revista Palpite de Alice para iniciarem um blog no portal de notícias do jornal paranaense.

Hoje, o Clube abrange principalmente a faixa etária de mulheres economicamente ativas, 18 a 50 anos e Microempreendedores individuais (MEIs), microempreendedores (ME), empreendedores de pequeno porte (EPP), nano empreendedores e profissionais liberais.

Além disso, a comunidade feminina do Facebook, que tem o propósito de conectar mulheres através dos negócios, bate-papos e dicas, foi selecionado para participar do programa Aceleradora de Comunidades 2020.

O programa, da própria rede social, visa à capacitação para o crescimento de comunidades de impacto com treinamento, mentoria e investimento em crescimento.

Tem uma dica de notícia? Fez alguma foto legal? Registrou um flagrante em vídeo? Compartilhe com o Maringá Post, fale direto com o whats do nosso editor-chefe.