Secretário de Educação do Paraná grava vídeo para convidar comunidade a votar sobre colégios cívico-militares

Por: - 27 de outubro de 2020
O Colégio Alberto Byington Jr, na Zona 5, é um dos cinco em processo de escolha do modelo de ensino / Divulgação

O secretário estadual de Educação e do Esporte, Renato Feder, divulgou nesta terça-feira (27/10) um vídeo para reforçar a importância da comunidade escolar nas votações que vão decidir sobre a implantação do modelo cívico-militar em 215 unidades escolares do Paraná. Em Maringá, a proposta envolve cinco colégios.

As consultas públicas acontecerão nas escolas indicadas para o programa nesta terça-feira (27/10) e na quarta-feira (28/10), das 8 horas às 20 horas. Estarão sob consulta da comunidade colégios em regiões com alto índice de vulnerabilidade social, baixos índices de fluxo e rendimento escolar e sem oferta de ensino noturno, conforme a legislação aprovada pela Assembleia Legislativa. A consulta será em formato de referendo, cabendo à população dizer sim ou não ao modelo na escola em questão.

“Teremos aulas adicionais de português, matemática e civismo, para estudar leis, Constituição Federal, papel dos três Poderes, ética, respeito e cidadania. Os alunos vão estudar mais. E no Ensino Médio a principal mudança é a implementação da educação financeira”, afirmou o secretário estadual de Educação e do Esporte, Renato Feder. “A educação está se transformando no Paraná. É um modelo que acreditamos para o futuro”.

No Núcleo Regional de Educação de Maringá, existe uma proposta de mudança para 17 unidades escolares. Cinco escolas ficam em Maringá.

A proposta inclui o Colégio Vinícius de Morais, Colégio Ipiranga, Colégio Brasílio Itiberê, Colégio Alberto Byington Jr e Colégio Tomaz E Vieira.

Confira aqui a lista completa das escolas e cidades selecionadas.

As unidades do programa de colégios cívico-militares foram selecionadas em municípios dos 32 Núcleos Regionais de Educação (NREs) com mais de dez mil habitantes e que tenham ao menos duas escolas estaduais na área urbana, além das seguintes características: alto índice de vulnerabilidade social, baixos índices de fluxo e rendimento escolar e que não ofertem ensino noturno. Esses critérios foram delimitados na lei estadual para que pais e mães possam escolher o modelo educacional que deseja para o filho.

 

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