Após chuvas no Paraná, pesca volta a ser liberada nos rios Ivaí e Piquiri, Tibagi, Pirapó e outros

Por: - 3 de julho de 2020
Pedras do rio Ivaí e Piquiri, aos poucos, voltam a ficar em baixa d'água
Pesca nos rios Ivaí e Piquiri voltam a ser liberadas / Divulgação IAT

Após as chuvas chegaram ao Paraná, o Instituto de Água e Terra (IAT) autorizou novamente a pesca nos rios Ivaí e Piquiri. As restrições buscavam proteger as espécias de peixes da pesca furtiva e predatória, em especial as ameaçadas de extinção, e também os próprios pescadores, uma vez que os rios não estavam completamente navegáveis.

Além dos Ivaí e Piquiri, a pesca também foi liberada nas bacias dos rios Cinzas, Tibagi, Pirapó, Laranjinha, São Francisco Falso e Verdadeiro, Jordão e todos afluentes diretos que estavam com a restrição devido à crise hídrica.

De acordo com Taciano Cesar Freire Maranhão, engenheiro de pesca e gerente regional de Bacia Hidrográfica Regional do IAT, para retornar a pesca é importante que os pescadores fiquem atentos a nova portaria publicado pelo IAT.

Segundo Maranhão, objetivo da nova Portaria é esclarecer as dúvidas de pescadores com relação aos ambientes onde a pesca é permitida e reforçar a proibição em águas continentais.

“Os pescadores tinham muitas dúvidas sobre onde é permitido ou proibido. Os critérios são os mesmos. Autoriza a pesca artesanal em águas paradas [represas e lagos], com a utilização de equipamentos previstos na Portaria 157/2020“, explicou.

Os pescadores que desrespeitarem as regras estão sujeitos às penalidades previstas na Lei Federal nº 9.605/98 e demais legislações que regulam a atividade pesqueira. A multa varia de R$ 700 por pescador e mais R$ 20 por quilo ou unidade de peixe pescado, além do perdimento dos petrechos.

A nova portaria, 177/2020, que autorizou a pesca nos rios Ivaí e Piquiri, também permitida a pesca em ambientes lênticos, ou seja, nos lagos e represas do Estado. Segundo o IAT, fiscais do próprio Instituto Água e Terra, da Polícia Ambiental, Civil e Militar vão reforçar nos próximos a fiscalização, para garantir que não ocorra descumprimento da Portaria.

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