Vai ter manifestação em Maringá, com velório da vergonha, contra a possível eleição de Renan Calheiros na presidência do Senado

Por: - 16 de janeiro de 2019

Diante da possível eleição de Renan Calheiros na presidência do Senado, o movimento Suprapartidário de Maringá decidiu voltar às ruas. Na tarde de domingo (20/1), o grupo vai realizar o velório da vergonha e acender uma fogueira da ética na Praça da Catedral.

A concentração foi convocada para as 15 horas e o ato contra o retorno de Renan Calheiros na presidência do Senado começa às 15h30.

“Diante de muitas acusações que pesam contra ele, e ainda mais pelo Apoio que tem dado a esquerda manipuladora e corrupta de nosso País, nós o povo temos de fazer o impossível para que ele não se torne Presidente do Senado”, defendem os organizadores.

A convocação informa que o cortejo e o velório que vão ser realizados tem o objetivo de simbolizar a indignação do povo contra a movimentação nos bastidores do Senado. A fogueira ética, que vai ser acesa, no local, tem o objetivo de simbolizar a luta do povo por um Brasil melhor.

O movimento também defende que a votação para a eleição da presidência da Câmara e do Senado, marcadas para o dia 1º de fevereiro, deixem de ser realizadas com o voto secreto. O entendimento é que o voto aberto garante mais transparência na decisão de assuntos importantes para o Brasil.

A expectativa dos organizadores é reunir mais de 5 mil pessoas de Maringá e região para a manifestação contra a possível eleição de Renan Calheiros.

“A organização desse evento está com os membros do Comitê Suprapartidário de Maringá. Pessoas com o mesmo propósito de lutar por mudanças, como nas eleições que foi uma campanha diretamente pelo nosso Presidente Bolsonaro”, afirmou Silvio Melo, mais conhecido como Shil Luiz, um dos organizadores da manifestação.

Esta semana, em Brasília, o senador pelo Ceará, Eduardo Girão (Pros), entrou com mandado de segurança para impedir que senadores réus no Supremo Tribunal Federal (STF) possam concorrer à Presidência do Senado. Uma decisão favorável dos ministros inviabiliza a participação de Renan Calheiros no processo.

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