Colégio Marista celebra 60 anos de história em Maringá com passeio ciclístico e balão. Atividades começam às 8 horas deste sábado

Por: - 24 de agosto de 2018

O Colégio Marista de Maringá realiza uma série de atividades neste sábado (25/8) para comemorar os 60 anos de história da instituição em Maringá.

A partir das 8 horas começa a concentração na Praça da Catedral Nossa Senhora da Glória, de onde partirá um passeio ciclístico aberto à participação da comunidade.

O evento terá participação da fanfarra do Colégio Marista Pio XII, de Ponta Grossa. Durante o passeio, os ciclistas também serão acompanhados por um trio elétrico.

Ao final do passeio ciclístico, vai ter um piquenique com as famílias nas dependências do Colégio, onde será cantado o parabéns e cortado um bolo. Também está programado um voo de balão no céu de Maringá.

“Caso as condições climáticas não sejam favoráveis, ao invés de sobrevoar, o balão poderá ficar nas dependência do colégio operando em voo cativo, que é o ato de subir e descer com dois passageiros, sem sair do lugar”, explicou o coordenador de Pastoral do Colégio, Marco Aurélio Ghislandi. Caso isto ocorra, o coordenador explica que a participação do público será definida por meio de sorteio.

Fanfarra fez história no Colégio Marista de Maringá

O Colégio Marista de Maringá foi fundado no dia 10 de janeiro de 1958, mas os eventos para comemorar a data foram concentrados nos meses de agosto e setembro.

Na história do Colégio Marista de Maringá também existiu uma fanfarra formada por ex-alunos. A banda participou de grandes comemorações do colégio e da cidade.

Entre os ex-integrantes, está Arquimedes Tozzo, um dos fundadores, juntamente com Irmão Pedro Danilo Trainotti, conhecido como Irmão Pedrão.

Arquimedes passou por quase todos os instrumentos, corneta em fá, baixo tuba, fuzileiro e prato. “Iniciei meus estudos no Colégio Comercial Marista de Maringá em 1958. Na fanfarra atuei desde a sua fundação, de 1964 até 1971. Até hoje guardo como recordação o quepe da fanfarra, que usávamos nas apresentações”, disse.

Ele relatou se sentir emocionado com as lembranças do colégio. “Tudo dentro do Marista foi marcante, mas a fanfarra e a amizade do Irmão Pedro, que até hoje grande estima, guardo no meu coração, com a certeza da grandeza que vivi”, afirmou.

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