Por que a dissonância cognitiva é importante?

Imagem internet

Vivemos contradições diariamente. Sabe quando você pensa em fazer algo e faz outra coisa diferente?

Por exemplo, quer parar de comer besteiras que te engordam, mas mesmo assim continua comendo.

Outro exemplo, sabe que é perigoso mandar mensagens no celular enquanto dirigi, apesar disso envia mensagens quando está dirigindo.

Sem contar as promessas feitas no inicio do ano, ser mais assíduo nos exercícios físicos, não procrastinar compromissos, sair de relações tóxicas etc. etc. etc.

Essas e outras contradições existem, porém nos temos uma necessidade de encontrar harmonia nos nossos pensamentos, nos comportamentos que acreditamos que são corretos para viver em paz.

Quando existe esse desacordo entre o que eu sou (ou como estou sendo) e o que (ou como) eu gostaria de ser, ou seja, querer ser de uma maneira quando se é, de fato, de uma maneira oposta isso gera a dissonância cognitiva.

A dissonância então é essa incoerência entre o que você gostaria e o que de fato está acontecendo.

Muito importante sabe por quê?

Porque a dissonância cognitiva gera desconforto, tensão, conflito.

What?

Isso mesmo, Desconforto, tensão, conflito.

Bem, é um desconforto benéfico, às cognições contraditórias entre si servem como estímulos para que a mente obtenha ou produza novos pensamentos ou crenças, ou modifique crenças pré-existentes, de forma a reduzir a quantidade de conflitos entre as cognições.

E assim você pode ter outros pensamentos e comportamentos para ajustar isso.

Como?

Você pode adquirir novas informações, buscar substituir uma das crenças, procurar esquecer ou reduzir a importância daqueles pensamentos que mantêm a situação de dissonância.

É claro, isso depende de decisão, de tempo, de energia e outras variáveis. E se você quiser um psicólogo também pode te ajudar.

Além disso, é muito importante ficar atento a sua decisão para alinhar isso, ou seja, qual pensamento ou comportamento você vai escolher para adquirir novas informações, substituir ou reduzir a dissonância?

É isso que vai te ajudar a resolver esse conflito, porém tome cuidado para não pegar o caminho mais fácil, mais prático, mais agradável.

Exemplo, reforçar a ideia de que é uma pessoa habilidosa para atender o celular enquanto dirigi, pode diminuir o conflito que a dissonância cognitiva provoca, todavia será que foi a escolha mais assertiva?

Esse só foi um exemplo, parabéns para quem não tem esse comportamento, que não corre o risco de levar multas, nem  matar pessoas no transito e que pensa no coletivo.

Pense então se você tem contradições entre o que pensa e o que realiza.

Perceba como são desagradáveis essas dissonâncias. Reflita nas consequências para sua vida e que você pode fazer para harmonizar seus pensamentos e comportamentos.

OK?

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Um grande beijo!

Vânia Alves

Referência: Teoria de Leon Festinger

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Apaixonada pela vida, busca promover bem estar e qualidade de vida para as pessoas.
É psicóloga, palestrante, idealizadora das páginas Ansiedade ok; trabalha como psicoterapeuta individual com a terapia cognitiva.
Atuação como psicóloga clínica desde 2015, formada pela Fundação Educacional de Araçatuba-SP
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