a.a. de assis

» Eu Amo Maringá

Trova

Houve uma festa na História deste verde Paraná, quando nasceu, para a glória, nossa grande Maringá! A.A> de Assis

» Eu Amo Maringá

Trova

Magicamente, suponho, como outra lenda qualquer, Maringá nasceu de um sonho sonhado pelo Joubert! A. A. de Assis

» Eu Amo Maringá

Trova

A fibra, a tenacidade, a esperança, o idealismo, fizeram desta cidade a Capital do Otimismo! A. A. de Assis

» Eu Amo Maringá

Trova

Cidade fora-de-série, cidade que é uma canção, cidade-amor que se insere todinha em meu coração! A. A. de Assis

» Gente

Aniversariante

Hoje faz 85 anos que Antonio Augusto de Assis nasceu em São Fidélis (RJ). Na foto de José Carlos Ronchin […]

» Eu Amo Maringá

Trova

Eu gosto desta cidade, mas gosto muito…. sei lá! De certo, a felicidade tem nome de “Maringá”… A. A. de […]

» Leitura

Microcrônica

Bem-aventurados os que sonham. Chama-os Deus poetas. (A. A. de Assis)

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Microcrônica

Infinda é a esperança. Os galos cantam ainda na aurora de cada dia. (A. A. de Assis)

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Microcrônica

Pai é pai. Para ver Adão contente, deu-lhe o máximo: a mulher! (A. A. de Assis)

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Microcrônica

Vão-se os amigos… Cada um que a gente chora deixa mais sozinho a gente. (A. A. de Assis)

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Microcrônica

“Por que não te calas?”, diz a arara ao papagaio. – Se calo, me peias.(A. A. de Assis)

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Microcrônica

Falta de aviso não foi. Brincamos de serra-serra, e o clima endoidou. (A. A. de Asss)

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Microcrônica

Tudo bem, poeta. Minha terra tem Palmeiras, mas sou são-paulino. (A. A. de Assis)

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Microcrônica

Goleiro do Galo distrai-se olhando a perua. Come um baita frango. (A. A. de Assis)

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Microcrônica

Luar no sertão. Que falta nos faz Catulo com seu violão. (A. A. de Assis)

» Blog

Ano Novo

Que no ano novo, sem medo, a gente possa brincar, e que o melhor do brinquedo seja o direito de […]

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Microcrônica

Era um frango assado, e além de assado era assim. Teve à mesa um fim. (A. A. de Assis)

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Microcrônica

Na fila de idosos, troca-troca de sintomas. Quem não tem inventa.

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Microcrônica

Tinha um pé de pinha no quintal vizinho. Tinha. Nem quintal tem mais. (A. A. de Assis)

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Microcrônica

Manhêêê – diz o piá –, trouxe uma flor pra você. Troco por um beijo. (A. A. de Assis)

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Microcrônica

Morantes na Lua: São Jorge e o fiel cavalo, mais a solidão. (A. A. de Assis)

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Microcrônica

Nós e os nossos rios, cada qual segue o seu curso. Reencontro na foz. (A. A. de Assis)

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Microcrônica

Chuva, chuva, chuva. Dá tristeza quando falta; quando farta, assusta. (A. A. de Assis)

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Microcrônica

Matuto, matuto… chego à sábia conclusão: que matuto eu sou… (A. A. de Assis)

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Microcrônica

Abre e fecha, qual se um livro fosse. Uma borboleta. (A. A. de Assis)

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Microcrônica

Súbita rajada. Um vento espalhafatoso alvoroça as saias. (A. A. de Assis)

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Microcrônica

Rosna a motosserra pondo o verde ao chão. Planeta morrente. (A. A. de Assis) (Foto: Felipe Torres)

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Microcrônica

E agora, vovô? – Agora, nas mãos dos netos, sou que nem ioiô. (A. A. de Assis)

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Microcrônica

Quem foi que tantas matas neste mundo derrubou? O pica-pau?… (A. A. de Assis)

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Microcrônica

Que coisa gostosa o abraço quando com saudade é dado… (A. A. de Assis)

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Microcrônica

Levantar cedinho. Mens sana in corpore sano. Ouvir passarinho. (A. A. de Assis)

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Microcrônica

Um cisco no chão. Mas não era um cisco não, era uma esperança. (A. A. de Assis)

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Microcrônica

O tempo soprou e eu de mim em mim sumi. Ficou-me o não eu. (A. A. de Assis)

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Microcrônica

Na agitada esquina o guarda priprila o apito. Bem-te-vi responde. (A. A. de Assis)

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Microcrônica

Asinha quebrada, cata a pombinha na grama a sobrevivência. (A. A. de Assis)