Com 55,78%, Elisabete Kobayashi é eleita superintendente do HUM

A chapa 2, encabeçada pela professora do Departamento de Medicina Elisabete Mitiko Kobayashi, venceu a eleição para a direção do Hospital Universitário Regional Said Felício Ferreira de Maringá.

Os números finais, divulgados no final da noite de ontem, apontaram 55,78% dos votos para a chapa “Somos todos HUM” e 44,22% para a chapa, Unidos pelo HUM, encabeçada por Magda Félix.
Assim, além de Kobayashi, a nova direção do HUM será composta por Daniela Álvares Matsumoto (diretora médica), Hermes Souza Barboza (diretor administrativo), Viviani Guilherme (diretora de Enfermagem), Márcia Momesso (diretora do Hemocentro) e Solange Cardoso Martins (diretora de Análises Clínicas e Farmácia Hospitalar).

PS – Aqui, a homologação do resultado.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.

5 pitacos em “Com 55,78%, Elisabete Kobayashi é eleita superintendente do HUM

  1. Os Profs doutores continuarão a ganhar horrores e não cumprirão suas cargas horárias, credenciados continuarão sendo subjugados e seguirão carregando o hospital nas costas…

  2. Graças a Deus, será que agora a Magda e a Jorceli vão dar aulas é de dar pena o que sofrem os alunos de enfermagem com a ausência das professoras ocupando cargos comissionados. Para terem noção tem professora com cargo de titular que não dá aulas, vive coordenando tudo, menos fazendo o que ganha para fazer, ou seja, ministrar aulas.

  3. Comunidade Acadêmica diz:

    Infelizmente não há democracia em toda a UEM.

    Os cargos deveriam ser ocupados mediante eleições setoriais ( todos os setores, para todos os cargos), simultaneamente e terminando a gestão, realizar a troca de servidor na função, assim permitir circular as informações, e outros servidores aprender as atividades do setor.

    Mas isso não acontece,

    As eleições são pouquíssimas, e qdo acontecem são em datas diferentes, uma aqui outra ali, só para chefias.

    O correto, seria realizar todas ao mesmo tempo, para todos os setores, sendo candidatos os servidores dotados nos setores, para chefias, diretorias, e pró-reitorias, ou seja, todos os cargos, aí sim, poderia existir DEMOCRACIA.

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