Fiocco na fila da extradição

A possibilidade de extradição de Cesare Battisti é um dos 79 processos de extradição que tramitam no Supremo Tribunal Federal. Outro deles é o que envolve Luigino Fiocco, conhecido dos maringaenses por conta dos helicópteros prometidos pelo PP.

Em 2015 ele começou a responder processo por ter sido condenado na Itália por crime de falência fraudulenta e este ano foi preso em Brasília. Entre os 79 casos de extradição que tramitam no Supremo, 34 ainda não possuem uma decisão final do STF. Os pedidos foram protocolados por 26 países. A Argentina é o país com mais processos, 10 ao todo. Em seguida está Portugal e Uruguai, com 8 cada um; a Espanha e a Itália, com seis cada, e Paraguai, com cinco, segundo levantamento de Carolina Cruz.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.

6 pitacos em “Fiocco na fila da extradição

  1. No Brasil, pau que bate em Chico, não bate em francisco. Batisti não está sendo estraditado por ser criminoso, e sim por ter a imagem vinculada ao pt. O novo governo também gosta de bandidos, ta cheio dos seus próprios.

  2. Battisti recebeu asilo na França. A Itália pe
    diu a extradição e a França negou.A Itália
    colocou o rabo entre as pernas.Quando o
    Brasil nega o mesmo pedido de extradição,
    a República Italiana apronta sua Commedia
    Dell’arte, ofende nosso Ministro de Estado,
    nossos juristas, a honra do nosso Presidente
    e faz chacota com nossas dançarinas. Este
    mesmo País negou a extradição de Caccjola
    e manteve no seu território o monstro Jorge
    Troccoli, recusando vários pedidos de extra
    dição. A Itália que abrigou a pujante Paz
    Romana, ainda não entendeu que vive a
    deprimente Pax italiana. Battisti foi julgado
    pela primeira vez em 1979, quando sua or
    organização foi desbaratada. Não foi sequer
    inquirido sobre qualquer dos homicídios.
    Depois que ele foge para a França, Pietro
    Mutti, chefe da organização, é preso e por
    delação premiada transfere para Battisti.
    Battisti é levado a um segundo julgamento,
    A revelia e condenado à prisão perpétua.
    Houve grave contaminação e violação do
    devido processo legal, o que torna farsesco
    todo o julgamento. As únicas provas relevantes
    te no processo são as relações.

    NÃO À EXTRADIÇÃO DE BATTISTI

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