Apelo à sociedade organizada

A desistência da administração municipal de substituir o Funrebom por uma taxa da Defesa Civil deixou o Corpo de Bombeiros numa situação complicada.

Militares ligados ao 5º Grupamento de Incêndio partirão agora para sensibilizar a chamada sociedade civil organizada e os vereadores. Talvez tentem sensibilizar até comunicadores, que criticaram a tentativa de substituir um tributo considerado ilegal pela justiça.
Talvez baste apenas torcer para que nada de ruim aconteça mais em Maringá, o que livraria a sociedade do pagamento de uma taxa para nos proteger, socorrer e reduzir riscos e desastres…

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.

17 pitacos em “Apelo à sociedade organizada

  1. Porque que nós cidadãos, já tão esfoliados, temos que arcar com mais essa despesa.
    Isso é obrigação do estado.
    Já fazemos nossa parte com uma imensa carga de impostos.

  2. Quero aqui externar que a população esta sendo má informada pela mídia maringaense, fazendo um terrorismo no bolso do contribuinte. Primeiro o Funrebom foi vetado pelo STF devido o governo do Paraná ter criado o Fundo Estadual do Bombeiro que atinge todo o comércios e indústria do Paraná, mesmo aqueles que não foram agraciados com uma unidade do Corpo de Bombeiros em seu município contribuem com essa taxa. Segundo, a população tem incluído no seu IPTU a taxa de combate a incêndio, que gira em torno de R$ 30,00 por carnê emitido pela prefeitura. Então desafio a mídia e aos vereadores de fazerem levantamento dos valores arrecadados por esta taxas e valor em deposito bancário nas contas.

  3. Rigon,
    Pede para o prefeito Ulisses fazer um lobby junto ao governador eleito para que a corporação dos bombeiros em Maringá não fique sem a verba que era arrecadada pelo Funrebom, afinal a responsabilidade constitucional de instalar e manter as guarnições de bombeiros nas cidades é do estado.
    Fosse a Cida a governadora eleita duvido que ela deixasse a cidade sem esta verba.

  4. Essa taxa é ilegal. Não há como prever nada de desastres naturais. Só depois de acontecidos é que se sabe, bem como sua extensão. Assim sendo, não há o que cobrar. Os cofres públicos devem estar prevenidos com verbas específicas, advindas de arrochos que nunca são feitos. Se trata de um FUNDO DE RESERVA.
    É preciso gastar bem o dinheiro.

  5. Está certíssimo a administração municipal. O corpo de bombeiros não podem responsabilizar o município por falta de recursos que devem vir do estado. Como disse Ulisses. Que procurem as lideranças e façam acontecer o que lhes é de direito junto ao estado. Os munícipes não devem arcar com mais esta taxa.

  6. Vamos aguardar que a Prefeitura e equipe possam repensar em como retornar o Funrebom, pois considero o Corpo De Bombeiros Heróis, prontos para dar sua vida para salvar a de outrem. Aumento no IPTU de imóveis com construção acima de 500 m2 e terrenos baldios. Os proprietários, com certeza não irão se queixar, né ????

  7. A própria matéria diz que haveria a substituição de um tributo que foi considerado ilegal pelo STF, sendo que o fundamento foi de que o Corpo de Bombeiro é de responsabilidade do Estado. Com todo o respeito ao excelente trabalho que o Corpo Bombeiro realiza, mas me parece que substituir a taxa ilegal por outra seria uma burla a própria decisão do STF, visto que sua destinação é a mesma. Sendo assim, a nova taxa nasceria com vício insanável. Acorda Jurídico do Município.

  8. O comando do Corpo de Bombeiros e os políticos de Maringá e região tem de convencer é o governo do estado a repassar a verba necessária para manter satisfatoriamente as atividades dos bombeiros.

  9. Já que tocou no assunto, vamos aos fatos. O prefeito Ulisses Maia assumiu falando, entre tantas outras coisas, que iria acabar com a queda de árvores. Junto com o secretário de serviços públicos, vivia se gabando de ter retirado não sei quantas árvores condenadas. Agora um vento de dois minutos derruba dezenas de árvores pela cidade toda, com milhares de pessoas sem energia elétrica sequer para tomar um banho. Então prefeito, esclareça o que está errado nas suas contas porque nada que você fala está dando certo.

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