Osmar Dias no camarote

De Ruth Bolognese:

Enquanto a governadora-candidata, Cida Borghetti, passa vergonha com a inabilidade em lidar com o funcionalismo público, seu adversário na disputa pelo governo, Ratinho Jr, fica com a imagem arranhada. Ela tentou dar um agrado e teve que recuar. Ele tentou tirar uma casquinha e fazer o papel de bom moço e ficou a ver navios.

Enquanto isso, o ex-senador Osmar Dias, que já assistiu a muitos embates entre funcionalismo e governo e sabe que as partes dificilmente saem satisfeitas, preferiu ficar de fora.
Acompanhou o desgaste dos dois adversários meio aloprados e observando a inexperiência ou a irresponsabilidade de ambos para tratar de assunto tão sério. A continuar assim, tá de bom tamanho. (Foto: Maria de Freitas)

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.

4 pitacos em “Osmar Dias no camarote

  1. Realmente um assunto muito sério, e antes de tudo deveriam começar com auditorias específicas, através de pessoas conhecedoras das carreiras, para saber onde tem excessos e desperdícios, pois os valores das folhas de pagamento só aumentam nesses últimos anos, apesar das inúmeras aposentadorias no estado, e pouquíssima contratação efetiva.

    As lacunas do servidores técnicos tem sido preenchidas por temporários e credenciados que recebem salários bem inferiores, sem direito a ascensão na carreira, mesmo se tiverem seus contratos renovados.

    E por outro lado, as universidades estão repletas de cargos comissionados, salários de servidores totalmente fora de tabela, e de supersalários, com outros fora de função, ou acumulando cargos.

    Essa é a realidade que só piora a cada ano, uma pontinha de um grande iceberg, que se não for visto causará um enorme prejuízo a todos os servidores públicos.

    A quantidade de assessores especiais, num órgão onde os servidores são concursados, é escandalosa! Aproveitam a falta de um sistema de cruzamento de informações para fiscalização dos salários e outros gastos públicos.

    Então é sim um assunto seríssimo, de alta responsabilidade, e não que os servidores não tenham direito a reposição da inflação, eles tem sim, e muito, mas a folha de pagamento não poderia ter tido um acréscimo tão alto, e significativo.

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