Palestra no Sismmar aborda criminalização dos movimentos sociais

O advogado Paulo Vidigal (foto) vai falar sobre “Criminalização dos movimentos sociais em tempos de golpe” no próximo dia 29, às 19 horas, no auditório do Sismmar, com entrada franca.

Vidigal é estudioso da História das Revoluções e Movimentos Sociais no Brasil. No Direito, destaca-se pela atuação no direito penal e processual. Anteriormente, foi servidor municipal de Maringá por 17 anos.
“A ideia é fazer uma breve explanação sobre como ocorre a criminalização dos movimentos sociais, em especial do movimento sindical”, comenta Vidigal. “Vamos falar também sobre a criminalização da política na história do nosso país, principalmente em tempos de golpe”, acrescenta o palestrante.
A palestra ocorrerá no Dia de Luto e Luta do Servidor Municipal de Maringá, instituído pelo artigo 154 do Estatuto do Sismmar. A data serve como instrumento de reflexão para que os servidores não se esqueçam da truculência cometida pela administração contra servidores na greve de 2006 – e para que os servidores mais jovens conheçam a história.
Naquela greve, trabalhadores que faziam uma paralisação justa e legal em defesa de seus direitos foram detidos e tratados como bandidos.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.

7 pitacos em “Palestra no Sismmar aborda criminalização dos movimentos sociais

  1. E o MST persegue os seus – https://www.pacocacomcebola.com.br/destaque/familias-de-sem-terra-foram-abandonadas-em-prado-ferreira/

    E quer ficar de fora das responsabilidades?
    https://www.oantagonista.com/brasil/justica-condena-mst-por-vandalismo/

    Justiça condena MST por vandalismo
    A Justiça Federal em Brasília condenou o MST e a Via Campesina ao pagamento de R$ 60 mil à União, informa a Agência Brasil.
    A punição deve-se ao vandalismo dos sem-terra durante uma reunião da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, em março de 2015.
    Segundo o processo, houve arrombamento de uma porta e quebra de um vidro, e os vândalos “manifestantes” fizeram a reunião ser encerrada antes do previsto. A consequência foi o pagamento de R$ 60 mil em diárias para os membros da comissão.

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