O que a mata pede de presente

Leitor aproveita o Dia Mundial do Meio Ambiente para pedir providências permanentes para a mata ciliar que margeia os córregos Cleópatra e Beth, na rua Heleno da Silva, Jardim Alamar, em Maringá.

“Sempre encontro moradores daquela região e compartilho a tristeza do abandono daquele belo fundo de vale. Eu caminho com meu cachorro nessa área há mais de 4 anos e sempre apresentou problemas como queimadas, falta de roçadas, dificuldades na formação das árvores, depósito a céu aberto de lixo e entulhos, falta de fiscalização, falta de policiamento e ponto de uso de drogas, em qualquer hora do dia”, conta.
Segundo ele, a mata gostaria de receber de presente: reposição das mudas de árvores queimadas e mortas; construção de calçamento; construção de cerca de alambrado; roçadas permanentes com objetivo de pôr fim nas queimadas e auxiliar no crescimento das árvores; fiscalização permanente para acabar com o lixo e entulho; patrulhamento para inibir o uso de drogas; e cumprimento do compromisso do IAP, referente ao corte de árvores nativas, assumido em 2014.
PS – O triste episódio de 2014 foi levantado neste modesto blog, e, vejam só, a derrubada teve todo o empenho do hoje presidente do IAP, Paulino Mexia.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.

3 pitacos em “O que a mata pede de presente

  1. Enquanto o poder público leia-se prefeitura, e alguns, continuarem chamando área de preservação ambiental de fundo de vale, será sempre esta porcaria que se encontra em nossa cidade, lixo e abandono nas áreas de preservação ambiental.

  2. E “reflorestando” os fundos de vale e áreas de preservação permanente com leucena e árvores importadas de outros locais e não as espécies nativas da região, como previsto na legislação.

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