Vice-Governadoria ainda existe?

Lendo esta postagem do Rigon, com a informação de nomeação de Leopoldo Floriano Fiewski Júnior para o cargo de assessor especial na Vice-Governadoria, fiquei pensando. Como assim? Vice-Governadoria existe, sem vice-governador?

A estrutura não teria que ser extinta, com exoneração de todos os comissionados que, se se com a vice em exercício já não teriam o que fazer na prática, sem a vice, que assumiu o governo, ficam sem qualquer função.
Seria bom que algum deputado, com fiscal da correta aplicação do dinheiro público apurasse, consultasse o TCE e MPE. Será que a vice-governadoria, que muitos dizem já era, agora não se transforma mais fortemente em comitê eleitoral? Quanto custa mantê-la. Para que mantê-la. O que pensam os vereadores? Não é um escárnio, uso indevido de dinheiro público? Sei que está postagem terá prós e contra. Espero que tenhamos mais prós.
Akino Maringá, colaborador

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.

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