Falta de remédio contra rejeição…

… preocupa transplantados. Lendo esta reportagem, em novembro, fiquei preocupado, na época, pois tenho um cunhado que fez transplante de rim em 2016 e precisa de medicamentos.

Não só por ele, mas por todos, pois sentimos o sofrimento dos que esperam numa fila, fizeram hemodiálise por muito tempo, e agora correm o risco, e sabemos que não é por falta de recursos, pois muitas ambulâncias estão sendo entregues.
Conhecendo o ministro da Saúde, que é de Maringá, tranquilizei minha irmã, dizendo que certamente era um problema momentâneo, mas que Ricardo Barros, como grande gestor que é, não permitiria que o problema se agravasse.
Agora o problema chegou de vez à nossa família. O medicamento micofenolato de sódio está em falta na rede pública e o custo para compra é de R$ 2.500,00, disse-me a irmã.
Em nome do meu cunhado e família e de todos os pacientes que necessitam, apelamos ao ministro Ricardo Barros e ao Nardi, seu braço direito, para que, em vez de muitas ambulâncias que estão sendo compradas, haja priorização da compra de medicamentos. A vida de milhares de transplantados está em suas mãos. Se for preciso, ministro, que o senhor abra mão da construção do Contorno Sul Metropolitano, em Maringá, por enquanto, para salvar essas vidas.
Akino Maringá, colaborador
(*) (Foto: Marina Zanaki/O Liberal,PA)

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.

5 pitacos em “Falta de remédio contra rejeição…

  1. Falta remédio o tempo todo nos postos de saúde e ninguém reclama seus direitos.
    Parece haver certa incompreensão que o sistema deve promover o acesso, inclusive naquilo que é básico e a população nada faz.
    Só reclama quando é de alto custo; por qual motivo nada acontece com a falta de remédios básicos.

  2. Hoje passou na RPC o reconhecimento público da administração de que nada funciona nas suas unidades básicas.
    Um tipo de vacina ficará disponível somente na sede da secretaria.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Você pode usar estas HTML tags e atributos:

<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>