Considerações

Com a pulga atrás da orelha, leitor faz uma análise sobre os recentes movimentos na UEM:
Para viabilizar o pagamento aos servidores da UEM através do sistema Siaf (Sistema Integrado de Finanças Públicas), a Reitoria encaminhou as planilhas onde constam as informações sobre os servidores

e também assinou ontem uma autorização transferindo a responsabilidade de pagamento para o governo do estado, o que seria a confirmação de inserção no sistema RH-Meta4.
Estranho o fato de que todas as informações, a exemplo do áudio de esclarecimento [cujo trecho será divulgado daqui a pouco na Jovem Pan], são feitas apenas pelo vice-reitor, candidato à sucessão.
Sem contar que no dia de ontem todos os reitores estavam em Curitiba em reuniões tensas junto ao governo do estado na tentativa de garantir autonomia as suas instituições, enquanto suas equipes técnicas trabalhavam sobre os dados a serem inclusos nas planilhas. A única exceção foi a Reitoria da UEM.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.

25 pitacos em “Considerações

  1. Acontece que o reitor da UEM, está mais preocupado em eleger seu sucessor que com a situação da Instituição. Enquanto os servidores ficam pensando que ele está brigando por nós(peitando o governo, como dizia na campanha) está de boa! Ele tem um monte de assessores(o qual paga muito bem para isto) que ficam tentando resolver as coisas. A UEM teve administração ruim, mas esta, foi caprichada! Enquanto isto os servidores ficam sem salários, pagando juros e com as contas atrasadas. Viva o Reitor!!!!!
    E não adianta tentar se fazer de mártir que não é! Esta é administração “Atuar e Mudar”….estamos mudando sim, cada dia pra pior. Meu Deus aonde vamos parar?!

  2. Parece inacreditável a campanha de desinformação que este veículo de comunicação online conduz. Isso não é jornalismo. É quase ativismo. Não apresenta o contraditório e joga com a falta de conhecimento dos leitores sobre o Meta4 e sobre o processo de pagamento de folha das universidades – em especial da UEM. E pior: não produz conteúdo que possa esclarecer como a coisa toda funciona.

    Para reflexão: se a UEM tenta esconder os “supersalários”, como o jornalista teve acesso às informações dos salários dos servidores que estão em matéria veiculada anteriormente? Teria ele uma fonte no departamento de RH da UEM?

    NÃO! As informações estão no PORTAL DA TRANSPARÊNCIA do Governo, como a própria notícia anterior informa, portanto PÚBLICAS e, portanto de novo, de conhecimento do Governo do Estado, que é quem paga os salários. Há pagamentos exorbitantes como os mencionados naquela notícia? Claro que há. Talvez investigar o que há por trás desses valores fosse um caminho interessante para INFORMAR aos leitores os porquês. E se os porquês forem inexplicáveis ou ilegais, a própria notícia/matéria se comportaria como denúncia das irregularidades – se houver.

    Assim, afirmar que a não adesão ao Meta4 é para escamotear os “supersalários” é falácia para os desavisados e os que ignoram como a coisa funciona. É desinformação. O contexto da adesão ou não ao sistema tem um panorama mais amplo. E aqui nesse veículo de comunicação – como em tantos outros – se escolheu deliberadamente ignorar.

  3. Isso é fruto de tantas irregularidades.
    Autonomia para que? Para desvio do dinheiro público? , Venda de cargos comissionados e. vagas de concursos para amiguinho e filhinho de departamento?

    O governo deveria fazer uma reestruturação em todo ensino de nível superior do estado pois, investe-se muito em capacitação de docentes que não dão aulas, pesquisas, que não interessam a população.

    As universidades são um saco sem fundo… Só desperdiçam dinheiro público.

    Com certeza tem professor sobrando.

    Outra medida urgente é cortar todos os cargos comissionados, e centralizar a administração, e fiscalização.

    E tanta coisa criada pra inglês vê, só para desviar dinheiro público.

  4. Osmar Xavier Aleixo diz:

    O Marcelo aí (leitor), diz que não há irregularidades, que a coisa é transparente, no entanto, concorda que é necessário algumas mudanças, só não sabe indicar quais as mudanças.
    Eu não conheço nada da UEM, mas sei muito bem que toda administração pública deve, e tem por obrigação ser transparente.

  5. Contribuinte explorado diz:

    A USP estava falindo devido a ingerência de recursos pesando a folha de pagamento altíssima, chegando a até leiloar seus patrimônios.
    Então, essa autonomia seria para quem administrar? Um grupo que se acha dono, e se beneficiar do sistema? Obrigado, já estamos esgotados!
    O qual persegue servidores, e não trabalha, diga-se CCS e assessores especiais, nem cumprem a carga horária no setor, e nada é fiscalizado.
    Sendo ainda, ao se manterem no poder perseguem os pequenos, culpandos-os/e utilizando desse motivo para perseguir, e assim justificar a ocupação do poder, sendo esses, que recebem mais, pois acumulam gratificações, resultando nos altos salários?
    Esses que são o infinitamente beneficiados com infinitas qualificações pra depois encherem a boca e se fizerem melhores que os demais que se matam e sofrem, para ter essa Universidade funcionando?
    O governo, tem muita razão, devido a realidade, então,
    Basta de mentiras e enganações!

  6. O mais estranho é por que tanta resistencia para aderir ao meta 4. quem não deve não tem o que esconder. Agora dizem que lá tem muitos cargos comissionados. Será que é verdade. Existe isso dentro das universidades. Os professores são os que mais pregam que são exemplos.E são. Por isso vamos então cobrar a transparencia da Uem.

  7. Há 32 assessores na UEM atualmente. Muitos deles ganham valores incompatíveis com suas atribuições. Fazem apenas algumas reuniões por ano e ganham valores bem aquém dos demais que fazem por merecer e cumprem horários fora das 40 horas semanais para dar conta do recado. Muitos desses assessores foram colocados devido a trocas de apoio na eleição. E tem mais! Caso o vice ganhe a eleição esse ano e a farra continue, a lista poderá aumentar.

  8. se eu fosse governo nomearia uma comissão para administrar um ano a UEM para saber da real situação. é fácil resolver só não resolvem porque não querem. nem governo nem o pessoal da UEM. e povo que se dane e pague as contas.

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