Administração seguirá todo rito legal para transferência da Palmali

O prefeito em exercício Edson Scabora destacou hoje, em reunião com representantes da Palmali Indústria de Alimentos e comissão de moradores do entorno da empresa, que a administração seguirá todo rito legal no processo de transferência da unidade de embutidos para Palmas, na região sul do estado.

“Caso a empresa (antes mesmo de se mudar) não tenha mais liminar para assegurar o direito de operar no município sem o licenciamento ambiental (obtida no ano passado e que termina em abril), a administração tomará medidas cabíveis o que pode cassar o alvará de localização e embargo da atividade”, afirmou.
As principais reclamações dos moradores dos jardins Novo Horizonte e Monções, localizados no entorno da indústria, são o mau cheiro, o barulho, a fumaça e a infestação de insetos provocados pelas atividades da unidade. A empresa prevê a mudança completa de dois anos ou até menos, depois de fazer tentativas de transferência em outras áreas do município e região.
A reunião contou também com a participação do procurador-geral do Município, Vítor José Borghi, dos secretários municipais Ederlei Alkamim (Meio Ambiente) e Danielli Sevulski (Planejamento e Urbanismo), do diretor-geral da Secretaria de Inovação e Desenvolvimento Econômico, Miguel Fuentes, e do procurador municipal Rodolfo Vassoler da Silva. (PMM)

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.

6 pitacos em “Administração seguirá todo rito legal para transferência da Palmali

  1. O Frigorífico existe naquele local há mais de 50 anos, a cidade avançou sobre ele, e na hora de comprar e vender imóveis naquelas imediações ninguém avisou aos ilustres desavisados de que seriam vizinhos de uma indústria que lá estava instalada há tempos, só visaram o lucro com as vendas e porque não, com as compras também.
    Acontece o mesmo com aeroportos e casas de prostituição.
    A falta de planejamento urbano dá nisso!

  2. As construtores foram de propósito para a região, garanto que na hora de promover os imóveis não disseram sobre a proximidade da empresa. Fizeram isso de propósito para forçar a empresa sair dali, sendo uma área bem valorizada hoje em dia. Se eu fosse a Palmali faria casas populares na região só pra quebrar as pernas de quem está esperando lucrar muito com grandes edifícios.

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