Desespero exposto no Facebook

Por Gelinton Batista, no i44 News:

O texto postado de forma pública no Facebook no primeiro domingo (6) do ano, não era apenas um mensagem. Era um grito lancinante endereçado a sociedade. “Ele está morrendo aos poucos e nos matando também”, dizia um trecho. A postagem, que obteve 177 compartilhamentos até a noite de sábado (13), foi realizada no perfil de um rapaz viciado em crack. O cunhado escreveu o texto desesperador, a pedido dos próprios país.

Moradores na área rural da pequena Janiópolis, a 40 km de Campo Mourão, Jair Alves Carneiro, 60, e Maria José Silva Carneiro, 52, pais de Renan Henrique Carneiro já não sabem mais o que fazer para acabar com o pesadelo diário da família, onde o terror é o próprio filho.Leia mais.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.

Um pitaco em “Desespero exposto no Facebook

  1. Prof. Paulo Vergueiro diz:

    Uma das dores mais profundas sentidas por quem ama e se torna incapaz de reverter uma situação, é aquela em que pai ou mãe se dá conta da perda do filho (a), seja para uma doença ou por meio do vício das drogas lícitas e ou ilícitas.
    A insistência das autoridades ou em amenizar a questão ou trata-la como caso de policia evidência o drama e expõe a marca da dor e da perda cada vez maior no seio da família brasileira.
    Essa questão não se combate com força. com autoridade policial ou com o rigor da energia características das politicas de exclusão.
    Esse é um drama social, que atinge todas as classes sociais. Algumas, por conta dos recursos financeiros dão outro fundo ao cenário da miséria social que é o vício e suas consequências.
    Passa da hora de enfrentar de maneira organizada e multi disciplinar esse flagelo social.
    Ou se vence com inteligência, organização, comando ou estamos todos, não importa se rico ou pobre, se analfabeto ou letrado, fadados ao inferno em vida.
    Ainda há tempo, mas não se faz verão com perfumes e bijuterias.

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