Dia de atos pró e contra Lula

Primeiras imagens do sábado em que, para confrontar evento agendado na Câmara de Maringá pela Frente Brasil Popular e Partido dos Trabalhadores, grupos de redes sociais da cidade, com apoio de entidades, programaram um ato pela prisão de Lula e em apoio ao juiz Sergio Moro, defronte o prédio do Legislativo. O aparato policial mobilizado é grande. Veja mais fotos:

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.

8 pitacos em “Dia de atos pró e contra Lula

  1. Tem que ter polícia mesmo, com essa direita extremista e raivosa dá medo de acontecer coisas ruins, sem contar que o comportamento de membros do MBL e PATRIOTAS não tem sido exatamente exemplo pra ninguém.

  2. Briga de organizações criminosas. Nós dois lados, quem não é bandido é trouxa. A polícia deve deixar que se matem porque a grande beneficiada seria a sociedade.

  3. A primeira foto com o Legislativo ao lado, a bandeira do Brasil acima e a Igreja católica no topo me fez lembrar o início do PT partido criado pela Religião Católica, descrevo aqui parte e trechos da matéria de Maria Inês em 2010 no jornal GGN

    Maria Inês Nassif, de São Paulo
    13/07/2010
    O PT foi fundado, em 1980, de uma costela dos movimentos populares ligados à Igreja da Teologia da Libertação. A ligação entre ambos, todavia, não é mais a mesma. Houve uma “despetização” desses movimentos. O setor progressista católico botou o pé para fora do partido que hoje está no governo da União e se move com mais desembaraço nos movimentos sociais do que fora do circuito de poder, e nos movimentos políticos suprapartidários, como o que resultou na aprovação do projeto Ficha Limpa, no dia 19 de maio.
    O PT, principal beneficiário dos movimentos de base da Igreja, se autonomizou e absorveu quadros originários das CEBs, das pastorais e das ações católicas especializadas (JEC e JUC, por exemplo). Ao tornar-se poder, pelo voto, incorporou lideranças católicas, mas também decepcionou movimentos que estavam à esquerda do que o partido conseguia ir administrando o país e mediando interesses de outras classes sociais.
    O espaço do PT nas bases católicas ficou menor depois da ascensão do partido ao poder e da crise do chamado Escândalo do Mensalão, em 2005 – quando foi denunciado um esquema de formação de caixa 2 de campanha dentro do partido. Hoje, a relação dos católicos progressistas com a legenda não é mais obrigatória e os militantes de movimentos católicos de base são menos mobilizados e em menor número.
    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve liderança incontestável nas bases da Igreja, mas hoje não lidera mais “gregos e troianos”
    a Igreja Católica encolheu nas comunidades onde viscejava o trabalho pastoral da igreja progressista. “Hoje a igreja é minoritária nas comunidades. Para cada três igrejas católicas, existem 40 pentecostais.” Além da perda de fiéis para as igrejas católicas nas periferias urbanas, a Igreja católica tem perdido também para os que se declararam sem religião. É a “desafeição no campo religioso”
    processos simultâneos mudaram as feições da ação política da igreja. A alta hierarquia católica fechou o cerco contra a Teologia da Libertação, quase que simultaneamente à redemocratização do país e à emergência de instâncias livres de participação democrática – partidos, sindicatos, organizações não-governamentais e movimentos organizados.
    Fonte
    jornalggn.com.br

    Em 2010 o texto foi este, hoje sete anos depois o texto estaria bem mais pesado em relação ao PT.

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