O absurdo que pagamos

Leitor envia a foto e escreve: “Não sou engenheiro, no entendo nada de engenharia, principalmente a viária. Mas não podiam utilizar um só poste para colocar as quatro placas de sinalização, pois as mesmas contêm orientações iguais para os dois sentidos da avenida Morangueira, e isso se repete a cada 100 metros numa extensão de 3 quilômetros ou mais.

Um absurdo como administram o dinheiro do contribuinte, além de produzir uma enorme poluição visual”.
O leitor está coberto de razão. O projeto, feito pela administração Pupin, foi aprovado pela Caixa Econômica Federal e, apesar de questionamentos, infelizmente não permite alterações – como no caso do exagero acima, que foi aprovado pela CEF,

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.

13 pitacos em “O absurdo que pagamos

  1. É, mas poderiam fazer adequações que não irão gerar custo e sim economia, até quando vamos ficar colocando a culpa nos Barros/Pupin. É questão de inteligência…..

  2. Por mais que não pode alterar o projeto original, eu esperava mais do Gilberto Purpur, ele está também mal assessorado o engº Leonardo, no cargo de diretor da Semob, era da gestão do Pupin, cabeça dura e ruim de serviço, nós da região dos Jardins Tupinamba, Dourado e Léa Leal, estamos reivindicando para retornar a mão dupla, na Rua 28 de junho, pois estamos ilhados nesses bairros e ninguém faz nada, foi inclusive promessa do Ulisses, na campanha eleitoral!!!

    • A 28 de junho ficou uma beleza depois da mão única, só vc não aprova, se voltar mão dupla será retrocesso.
      Pega seu fietinho e dá volta na quadra preguiçoso.

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