Teta pública

Fernando Afonso Jung Arco-Verde, cunhado do ministro da Saúde, Ricardo Barros, virou diretor de Meio Ambiente de Marialva, com salário mensal de R$ 5.887,16. Tudo Partido Progressista, claro.

O novo cargo comissionado do prefeito Victor Martini (está ganhando desde o primeiro dia de novembro) até o ano passado era diretor da Secretaria de Saneamento, comandada pelo ex-diretor do Detran José Miguel Grillo, que até hoje ninguém sabe para quê servia a não ser como cabide de emprego, com salário de R$ 7.140,83.
Arco-Verde é de Foz do Iguaçu. O bom da família é que é a versatilidade no poder público.

Angelo Rigon

Jornalista em Maringá. Começou em jornal aos 14 anos, foi editor-chefe dos três jornais diários de Maringá. Pioneiro em blog político, repórter e apresentador de programa de televisão, apresentador de programa político nas rádios Jornal, Difusora e Banda 1, comentarista das rádios Metropolitana e Guairacá, editor de diversos jornais e revistas, como Umuarama Ilustrado, Correio da Cidade, Expresso Paraná, Maringá M9 e Página 9. Atualmente integra o cast da Jovem Pan Maringá.

10 pitacos em “Teta pública

  1. Não acredito, com tantos capacitados no município, trazer uma pessoa de outra cidade que não tem nada a ver? Política é mesmo assunto de interesse dos que estão no poder e querem se perpetuar e tomar conta de tudo como esta família Barros que exerce sua influência em quase todas as cidades do Paraná. Triste isso, decepção!!

  2. Ué, e santos ccs aqui ganham esse valor, não adianta ter menos de 515, mas que a receita talvez seja quase a mesma coisa, não sei porque ainda não fizeram uma comparação dos valores anteriores e dos atuais

  3. Bom para quem votou nele. Marialva deve estar carente de pessoas capacitadas. não é só um não. procurem que tem outros de Maringá (sem concurso). com a palavra os eleitores do atual prefeito.

  4. É por essa e por outras que naquele dia de outubro em 2018 vou programar um churrasco com a família. Nada de ficar na fila com o título eleitoral na mão, nada de desviar dos cabos eleitorais, nada de ouvir aquele tilintado da urnas. Nada disso resolve. O problema é o sistema, totalmente anacrônico, viciado e direcionado aos mal intencionados. Sem falar da urna eletrônica, uma vez conectada à rede, teoricamente, pode estar suscetível a ataques virtuais. Sempre defendi a democracia através do voto. Mas hoje vejo que isso é irrelevante, diante de tudo o que veio a público nos últimos anos. Meu voto de protesto será a ausência no pleito. Vingança pífia, prato que se come frio, mas necessária ante a absoluta falta de opções.

  5. Na prefeitura de Marialva os cargos de confiança virou uma farra. Tem membros de uma mesma família ocupando 2 cargos, filho, irmão e parente de vereadores nomeados em cargos, e mais os indicados por Ricardo Barros.

  6. É bem assim que caminha a humanidade. Na semana anterior,aqui neste mesmo blog foi noticiado que a irmã da vice governadora foi “encaixada” num órgão estadual com vencimentos que passam distante dos 937 reais da maioria dos mortais que batalham e muito durante o mes. Nem vamos citar o irmão que tambem dispunha de emprego até cometer a insensatez de acompanhar uma equipe até Santa Catarina e baixar o nível, destoando e envergonhando todos os paranaenses, visto a repercussão nacional na época.Concluindo, parte considerável das notas deprimentes ao eleitorado pé vermelho tem alguma conexão com a “famiglia Barrenta”. Só vergonha.

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