Os números são menores

Uma nota da coluna do Verdelírio me fez sentir que já não somos tão moços, ou melhor que nossos corpos têm um certo tempo de uso.
Escreveu ele que ‘hoje completa 61 anos da renúncia do saudoso presidente da República, Jânio da Silva Quadros(…), tendo formalizado a renúncia no dia 25 de agosto de 1961, certo de que ela não seria aceita. Caiu do cavalo.’

São só 56 anos, Verde. Você foi traído pelo ano 1961. Lembro desse tempo, na época meu corpo atual tinha 10 anos (eu até hoje não sei quantos anos tenho). Recordo alguma coisa da eleição de 1960, onde o candidato a vice podia ser de outro partido, e fazia campanha independente do candidato a presidente, tanto que o João Goulart, salvo engano, não o apoiava. Errou por 5 anos, Verde e outro número menor, ainda em sua coluna de hoje é o que a prefeitura pretende gastar como Natal, seriam apenas R$ 2 milhões no máximo, e não os R$ 5 milhões especulados.
PS: Quem se lembra de a eleição de 1960? Cézar Lima? Messias Mendes? Frank? Quem mais, dos menos moços da imprensa? Lembro bem da vassourinha. Jânio já falava em varrer a sujeira da corrupção, mas o que se vê hoje é ‘o rouba mas faz’, do Barros, o Ademar. Barros, como este sobrenome marcou na política e como o slogan é atual!
Akino Maringá, colaborador

Angelo Rigon


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