Sobre o que conversamos…

… o vereador Flávio Mantovani e este modesto colaborador. Falo na visita que fizemos ao gabinete do nobre edil. Foi, como disse, uma conversa muito cordial. Falamos de política, basicamente, e os assuntos foram mais ou menos os mesmos das conversas que tivemos com outros vereadores: Jean Marques, Onivaldo Barris, Alex Chaves, Sidnei Telles e Mário Verri.

Visitei outros dois gabinetes (Homero Marchese, com quem nunca falei na Câmara) e do Mariucci, que não puderam me atender, embora tivessem marcado. Mas de qualquer forma fomos bem atendidos pelos chefes de Gabinete. Com a Sônia que assessora Mairucci a conversa foi bem longa. Com o Pacífico, apenas o necessário para marcar outro dia, que estamos aguardando, para quem sabe depois do recesso. Já conversei com o presidente Hossokawa, no Gabinete do Prefeito Ulisses Maia.
Voltando ao que conversamos, eu e o Flávio. Notei que ele tem um bom relacionamento com todos os colegas. Disse-me que respeita a todos, gosta de todos. Falamos da campanha, da pré-campanha, de alguns desentendimentos que ocorreram no parlamento, mas como dizem os jogadores. é do jogo, fica no campo. Terminou a partida, ninguém guarda mágoas. Conversamos sobre as articulações que precederam as convenções, sobre a possibilidade do PPS lançar candidato ou coligar-se, como PV como se cogitou. Foi uma conversa muito agradável e no final pedi licença para fazer-lhe uma crítica construtiva, pois entendo que ele e outros colegas novatos, talvez por desconhecimento do Regimento Interno estão descumprindo o artigo 134, cuja redação é a seguinte: “O uso da palavra será regulado pelas seguintes normas: I – o orador deverá falar da tribuna, a menos que o Presidente permita o contrário; II – salvo o Presidente, o Vereador falará em pé; quando impossibilitado, poderá obter permissão para falar sentado; III – ao falar em plenário, o orador deverá ocupar o microfone, dirigindo-se sempre ao Presidente ou à Câmara voltado para a Mesa, exceto quando receber aparte; IV – dirigindo-se ou referindo-se a colega Vereador, dar-lhe-á o tratamento de “senhor(a)”, “vereador(a)”, “excelência”, “nobre colega” ou “nobre vereador(a)”.
Dei um exemplo de sua fata na sessão anterior, quando esqueceu de se dirigir aos telespectadores da TV Câmara e ao público presente: Há vereador que não se dirige ao Presidente e a ninguém; simplesmente diz ‘bom dia’. Seria arrogância ou falta de educação? Penso que não. Pode ser timidez e desconhecimento. O correto, disse ao Flávio, é dizer, olhando para o presidente: ‘Senhor Presidente, colegas vereadores, citar algum convidado ou autoridade presente, público presente e que nos assistem pela TV Câmara, bom dia’. O vereador que fala simplesmente bom dia está descumprindo o Regimento Interno. Tem alguns vereadores que estão esquecendo do tratamento de excelência, nobre vereador, nobre colega e chamando coloquialmente pelo nome, etc. Do Carmo, por exemplo, disse: Jean, não venha com pegadinhas! Não pode.
Enfim, não falamos mal de ninguém, apenas emitimos opiniões.
PS: Na Câmara o vereador é bem sério, diferente do apresentador brincalhão do Band Notícias, que faz com meu amigo Milton. Acho que é preocupação com o decoro parlamentar. E só para concluir, lembro de uma frase que aprendi de um padre: ‘Mentir jamais, falar a verdade nem sempre’…
Akino Maringá, colaborador

Angelo Rigon


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