Aprovo a reforma…

… penso que é necessária e será muito boa para todos nós. Falo na reforma íntima, da mudança de atitudes que todo ser humano precisa. Vejam aqui. Em resumo:

Reforma Íntima, Renovando atitudes – O primeiro passo a mais amplos resultados nesse campo será possuir a noção bem clara do que seja essa proposta no terreno individual. Associa-lhe, comumente, a ideia de anulação de sentimentos, negação de impulsos ou eliminação de tendências; idéias que, se não forem sensatamente exploradas, poderão tecer uma vinculação mental ao obsoleto bordão do “pecado original”, uma cultura diametralmente incoerente com a lógica espírita. Essa vinculação conduz-nos a priorizar a repressão como sistema de mudança, ou seja, a violentação do mundo íntimo, gerando um estado compulsivo de conflito e pressão psíquica, uma “tortura interior”. Esse sistema de inaceitação é caracterizado, quase sempre, pela ansiedade em aplacar sentimentos de culpa, uma fuga que declara a condição íntima de indignidade pelo fato de sentir, fazer ou pensar em desacordo com o que aprendemos nos lúcidos conteúdos da Doutrina.A culpa não renova, limita. Não educa, contém. Reforma íntima não é ser contra nós. Não é reprimir e sim educar. Não é exterminar o mal em nós, e sim fortalecer o bem que está adormecido na consciência. A palavra educação, que vem do latim educere, significa tirar de dentro para fora. Renovar é extrair da alma os valores divinos que recebemos quando fomos criados.
Akino Maringá, colaborador

Angelo Rigon

Um pitaco em “Aprovo a reforma…

  1. Gálatas 5

    1 Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão.
    2 Eis que eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará.
    3 E de novo protesto a todo o homem, que se deixa circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei.
    4 Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído.
    5 Porque nós pelo Espírito da fé aguardamos a esperança da justiça.
    6 Porque em Jesus Cristo nem a circuncisão nem a incircuncisão tem valor algum; mas sim a fé que opera pelo amor.
    7 Corríeis bem; quem vos impediu, para que não obedeçais à verdade?
    8 Esta persuasão não vem daquele que vos chamou.
    9 Um pouco de fermento leveda toda a massa.
    10 Confio de vós, no Senhor, que nenhuma outra coisa sentireis; mas aquele que vos inquieta, seja ele quem for, sofrerá a condenação.
    11 Eu, porém, irmãos, se prego ainda a circuncisão, por que sou, pois, perseguido? Logo o escândalo da cruz está aniquilado.
    12 Eu quereria que fossem cortados aqueles que vos andam inquietando.
    13 Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor.
    14 Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.
    15 Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede não vos consumais também uns aos outros.
    16 Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne.
    17 Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis.
    18 Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei.
    19 Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, fornicação, impureza, lascívia,
    20 Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias,
    21 Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.
    22 Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.
    23 Contra estas coisas não há lei.
    24 E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências.
    25 Se vivemos em Espírito, andemos também em Espírito.
    26 Não sejamos cobiçosos de vanglórias, irritando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros.

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