A prudência do Bravin…

… diante dos doutores. Na sessão de hoje da Câmara de Maringá houve uma longa discussão sobre uma alteração nas atribuições do procurador jurídico do Legislativo, atendendo recomendação do MP. Eis o texto:

“Art. 1.º Fica acrescido o parágrafo único ao artigo 18 do Anexo VIII da Lei n. 8.875/2011 – Regulamento das Funções e Atribuições dos Órgãos, dos Cargos de Provimento em Comissão e das Funções Gratificadas da Câmara Municipal de Maringá –, com o seguinte teor:
“Art. 18. … Parágrafo único. O Procurador Jurídico, durante o período da investidura, é exclusivamente legitimado para o exercício da advocacia vinculado às atribuições do cargo.” (AC)
O vereador Homero pediu, digamos, vista, para estudar o caso, solicitando o adiamento por uma sessão. Do Carmo, bravo, disse que o MP não manda na Câmara e que a mudança era desnecessária. Flávio Mantovani concordou com os dois. O presidente Hossokawa disse o óbvio, que quem não concordasse votasse contra. Bravin, com a sua prudência e com respeito ao MP, disse que o presidente está certo, que se houve recomendação do MP, o legal era votar e aprovar. Lembrou que sofreu duas ações e paga até hoje, por isso, por, em outras palavras o presidente, salvo engano, John ou Guerlles, ser cabeça dura e não ouvir o MP.
Minha opinião (Akino): Perdeu-se um tempo enorme por algo lógico. Procurador jurídico da Cãmara ganhando mais de R$ 12.000,00, para pouco serviço (se tiver os dois advogados de carreira), não pode advogar mesmo. Acho que os doutores quiseram aparecer um pouco. Já os velhinhos e com parcos conhecimentos jurídicos (Hossokawa e Bravin) deram uma lição de prudência e respeito ao MP.
Akino Maringá, colaborador

Angelo Rigon

5 pitacos em “A prudência do Bravin…

  1. Homero, que diz que saber mais de direito que outros vereadores, mostrou grande desconhecimento do estatuto da OAB.
    Um absurdo para alguém que se apresenta tão letrado.

  2. Eu trabalho, ganho míseros 1.200,00 por mês e sustento os luxos do Ministério Público, por isso odeio essa casta do MP, políticos e judiciário

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